Mostrando postagens com marcador Quilombos da rasa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Quilombos da rasa. Mostrar todas as postagens

1.9.11

Na Rasa uma outra Búzios nasce e se desenvolve independente dos governos elitistas.





Esta é uma nota que publiquei no Perú Molhado Bairros sobre o “Seu Cantor”. Grande homem da Zona Rural de Búzios. A Região da Rasa tem sua cultura própria e seus próprios herois. 

1.8.11

A Radio da Rasa!

Molecada antenada monta uma radio online que é grassroot puro! 

A Rádio Rasa Búzios é uma Web Rádio destinada a todos os jovens do Brasil. Em sua programação diária rola de todos os ritmos um pouco, como: HipHop, Pop nacional e internacional, Eletro, Funk, Hits... E as principais musicas dos artistas que a galera curte, como: Justin Bieber, tiOted, Hori, Jonas Brothers, Restart, Bonde da Stronda, Cine, Lady Gaga e muitos outros... Para saber mais... Só ouvindo mesmo!

Radio Rasa Búzioos Melhor Radioo ;)


Escute e veja como a Rasa tem poder! 

8.7.11

Jornal A Rasa: A importância de um impresso para uma Faixa de Gazah!

Fonte www.zelhumortotal.blogspot.com 


Por mais que discutamos pela internet a problemática das faixas de Gazah  e que cheguemos a algum resultado, nunca será totalmente satisfatório. Uma grande parcelas destas faixas – a Rasa se encontra entre elas- ainda está no inicio do século XX. Intervenções como audiências publicas, eventos culturais entre coisas são necessárias para lançar luz sobre essas áreas esquecidas.  
A fundação do jornal “A Rasa”  parte deste principio; um veiculo impresso é extremamente necessário para a democratização da informação nas periferias.  A inversão da forma de fazer jornalismo é algo que pode contribuir muito com a valorização de um povo.
O Jornal “A Rasa está ai para começar e ficar.
Imagem meramente ilustrativa 
Victor Viana @VianaBuzios  

7.7.11

Comunidade Remanescente de Quilombo da Rasa

Area de interesse geologico da Rasa 
Haverá um espaço cativo para os quilombolas no Jornal "A Rasa"
Localização: 
Rasa, Armação dos Búzios

População:
 
Sem informações

Situação da terra:

Sem titulação.
A população se encontra distribuída em pequenos lotes familiares,
adquiridos a partir da década de 50.

Tamanho da área:

A descrição do perímetro realizado pela FCP
demarcou oito áreas diferentes com as seguintes delimitações:
900 m2; 9000 m2; 600 m2; 30,16 ha; 680 m2; 680 m2; 27,50 ha; 450 m2

Nominação:

Reconhecida oficialmente como
Remanescente de Quilombos pela FCP

Histórico:
A Comunidade Remanescente de Quilombo da Rasa está localizada na periferia do município de Armação dos Búzios. Segundo os moradores, sua população se originou de escravos fugidos e libertos da antiga Fazenda Campos Novos. Assim como a comunidade da Fazenda da Caveira, essas famílias também foram submetidas ao mesmo processo de expropriação ocorrido na década de 50 nesta região. O surgimento de pretensos proprietários forçou aquelas famílias a trabalhar para fazendeiros locais sob o regime de arrendamento, cultivando pequenas roças para o consumo doméstico.

A abertura de estradas, a transformação de Búzios em um balneário turístico de fama internacional, a chegada de pessoas de outras cidades atraídas pela oportunidade de empregos e os loteamentos das terras, transformaram a Rasa em um bairro urbanizado. Com os constantes parcelamentos de terra entre os filhos de uma mesma família, muitos moradores começaram a adquirir pequenos terrenos, através de documentos de compra e venda, o que impossibilitou a continuidade das lavouras.

A delimitação territorial da área realizada pela FCP em 1999, data de seu reconhecimento como comunidade remanescente de quilombo, não inclui todo o bairro da Rasa, mas apenas as famílias descendentes dos escravos que se encontram espalhadas por todo o bairro. O laudo não traz informações sobre essa população abrangida pelo artigo 68 da CF nem sobre sua situação jurídica. Da mesma forma, não dispomos de qualquer informação sobre alguma iniciativa oficial de titulação dessas terras, seja por parte da União ou do Estado. Sabe-se apenas que o trabalho de delimitação territorial realizado pelo ITERJ foi inutilizado porque o memorial descritivo utilizou como pontos de referência na a delimitação territorial os antigos postes de madeira que foram, posteriormente, substituídos e reordenados pela empresa de fornecimento de energia elétrica.. Atualmente existem iniciativas individuais de alguns moradores que tentam recuperar a posse de parte de suas terras por meio de outros recursos legais.


Veja mais sobre o Jornal A Rasa em   RASA