23.8.13

SOL ( Solidão Ontem Latente ) - Poesia neoconcreta de Victor Viana


Acho que esse poema nem é tão concreto assim, mas eu o acho maneirinho:

Sol Nascente
Sol 

Sol
Sol
Sol de manhãzinha
Sol das 11h
Sol Meio dia
Sol das13h
Sol da tardinha
Sol
Sol

Sol
Sol poente 





Esses é  um dos poemas que compõe os três tominhos do Verde Livro Tosco. Não é verdinho? E não é tão adoravelmente tosco?



OBS: vocês devem ter reparado que pouquíssimos poemas tem nome. Eu tenho essa dificuldade alem de muitas outras como dificuldade para dormir e acordar cedo. Naldo Márquez um dia me disse para numerar os poemas, já que não tinha nomes e era difícil se situar sobre eles assim. Naldo Márquez é um cara prático.
Victor Viana

22.8.13

As mãos falam. e falam muito!




21.8.13

Bab : Bienal de Artes de Búzios

"Ao nosso redor, dentro de nós" #BabBienbal

20.8.13

Kafka: Palavras e fragmentos de uma alma fragmentada.

Kafka de Victor Viana 
Kafka de Victor Viana  
Kafka de Victor Viana 
A escrita de Kafka é marcada pelo seu tom despegado, imparcial, atenciosa ao menor detalhe, e abrange os temas da alienação e perseguição. Os seus trabalhos mais conhecidos são as pequenas histórias A MetamorfoseUm artista da fome e os romances O ProcessoAmérica e O Castelo. Os seus contos são julgados como verdadeiros e realistas, em contato com o homem do século XXI, pois os personagens kafkianos sofrem de conflitos existenciais, como o homem de hoje. No mundo kafkiano, os personagens não sabem que rumo podem tomar, não sabem dos objetivos da sua vida, questionam seriamente a existência e acabam sós, diante de uma situação que não planejaram, pois todos os acontecimentos se viraram contra eles, não lhes oferecendo a oportunidade de se aproveitar da situação e, muitas vezes, nem mesmo de sair dela. Por isso, a temática da solidão como fuga, a paranoia e os delírios de influência estão muito ligados à obra kafkiana, sendo comum a existência de personagens secundários que espiam, e conspiram contra o protagonista das histórias de Kafka (geralmente homens, à exceção de alguns contos onde aparecem animais e raros onde a personagem principal é uma mulher). No fundo, estes protagonistas não são mais que projeções do próprio Kafka, onde ele expõe os seus medos, a sua angústia perante o mundo, a sua solidão interior, sua problemática em lidar com a família e o círculo social.

19.8.13

Ambos são loucos


Mais um dialogo cheio de sabedoria entre o Gato Risonho e Alice. 

“Para o lado de lá”, disse o Gato [de Cheshire], apontando com a pata direita, “vive um Chapeleiro: e para o lado de lá”, apontando com a outra pata, “vive uma Lebre de Março”. Visite qualquer um dos dois: ambos são loucos”.“Mas não quero encontrar gente louca”, observou Alice.“Ah, isso não tem jeito”, disse o Gato: “Somos todos loucos aqui. Eu sou louco. Você é louca”. “Como é que você sabe que eu sou louca?” disse Alice. “Só pode ser”, disse o Gato, “ou não estaria aqui”.


(Lewis Carrol in "Alice's adventures in Wonderland".) 

16.8.13

Olha só o sol...Rainha do Carnaval...eu sou metro sexual!

Alex Pedreira

Um pouco desse musico apaixonado e com pé de estrada

Por Victor Viana

Ele nasceu na Região Serrana do Rio, Cachoeiras de Macacu era pequena pra ele. Quando nasceu foi recebido de braços abertos pela mãe, pai e todos ao redor. Quando criança sonhava em ser mergulhador , as vezes ninja ou quem sabe policial daqueles de filme americano. Foi batizado de Alex e seu sobrenome é Pedreira, Alex Pedreira. Criança levada feliz, adolescente roqueiro de uma hora pra outra conheceu a guitarra e a dispensou pelo violão.
O Violão, o violão...uma paixão...


Junto com o violão foi em direção á Barra de São (litoral fluminense) e lá andou de lá pra cá, por todo o lado, por toda a Região dos Lagos, tocando musica, fazendo musica e  “ arrumando ideia”, até de que luta em luta e de paixão em paixão, resolveu aprender alemão e além de violão violino, piano, bateria, contra-baixo  mas tudo isso toca só por diversão, a paixão mesmo é o violão.
Deu um pulo na argentina e ficou por lá até se apaixonar. De lá voltou ao Brasil, mas não demorou. Vazou pra Nova Zelândia e de lá pra Austrália, onde com um amigo cigano aprendeu o caminho diagonal e nunca mais foi igual

Agora em Búzios... começa mais uma nova paixão, sempre junto do seu violão. 

Escuta um som do cara aÊ: 


Um poema que fiz há alguns minutos ( Por Victor Viana )



Relógios...

Quando não tinha asas
( Ainda estava na escola)
entre um tédio e um suspiro
sonhava caminhar no céu.

Nesse tempo eu também era aficionado por desmontar relógios.
Não para concerta-los, nunca tive esse talento.
Gostava de desmonta-los para, para de alguma forma, libertar o tempo, eu acho.
Mas há os que digam que era apenas " mais uma das loucuras do Victor".

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