Fomos até a Índia e falamos com o maior mestre espiritual da atualidade.
A cara do repórter no momento em que levou um soco no estomago
Quando eu e o repórter fotográfico, o boliviano Ernesto
Bolonho e repórter Victor Viana um, pisamos na imemorial Índia não sentimos nenhuma paz ou coisas do gênero.
Fazia um calor do inferno e nossos cabelos ficaram grudados na face e nossos
olhos se esbugalharam. No aeroporto de
Bombaim – capital indiana - nos esperava um velho careca sem um dente na boca,
ele se chamava Bondhir Arabadhur muthuaar bondisiadharta, resolvemos chama-lo
de Jorge, era mais fácil e familiar. Ele
nos saudou com o tradicional Namastê saído como um peido de sua boca mole pela já
citada carência de dentes. Pusemos
nossas malas no carango velho e partimos para o nordeste da Índia, sendo mais
exata a Aldeia de Shiva Nestle. Lá era
onde iríamos ser a primeira equipe de reportagem a registrar o mítico ashram
- lugar de retiro espiritual
- do mestre Asniburgabradanribuoner, mas
conhecido como Mahatma Asni, apenas.
A entrada o Ashram
Depois de 10 horas , sem permissão de parada até mesmo
para nossas necessidades fisiológicas, mijavamos de
dentro do carro em movimento pelo caminho a fora como se fossemos cães a marcar
a estrada com nosso mijo ocidental.
Atravessamos desertos que em alguns momentos mostrava algumas habitações
miseráveis e ao fim descortinou-se aos nossos olhos o Vale deKrishna, encravado entre as
montanhas, nele um vilarejo de apenas 56 casas que nem mesmo nome tinha. Ao fim
a porteira do ashram.
Descemos do carro e ao pisar o chão senti como se fosse
desmaiar tamanha minha desidratação. Caminhei cinco passos e então fui tomado
por uma indescritível necessidade de tomar um banho. Havia poeira como pequenos
blocos de tijolos dentro das minhas narinas e também dentro dos meus tênis All Star, que pus somente para tirar onda de
americano.
Um grupo de jovens indianos vestidos com pouquíssimas roupas
nos recebeu com brancos sorrisos, mesmo que alguns dentes também faltassem, e
nos indicaram o caminho com simplicidade.
No quarto de chão batido e telhado de palha ficamos surpresos com a existência
de TV a cabo, not book com internet banda larga, tablet e um quadro com uma foto das Cataratas do Iguaçu na parede de bambu e barro. Fora esses itens tecnológicos não havia mais nada
alem de uma esteira de palha, uma vasilha – parecida com as de cachorro- de
barro com água. Havia ao canto, sobre uma pedra grande, um exemplar do Bhagavad-Gita, a Bíblia, o Alcorão,
Talmud, as Centúrias de Nostradamus e o Diário de um Mago de Paulo Coelho.
Sentado na penumbra, em buraco no chão onde parecia mais fresco,
estava o novo Mahatma. Uma grande cabeça redonda com fiapos de cabelos grudados na pela tostada de sol, barba branca e
ralo e apenas um trapo grosseiro sobre o corpo, que era pele e osso.
Ergui a mão
e disse: “Good afternoon master, my name is Victor Viana and this is my friend
Ernesto. We are journalists in South America and would like to interview him”. Ele nos respondeu: “Hola chicos, ya
que son feos. Pero en el futuro, lo sé todo acerca de Brasil. El capitald y
usted es Buenos Aires y su idioma es el alemán” e continuou :” Son como una
bolsa de basura. Seguramente ellos son carnívoros”. O Mahatma sani coçou sua cabeça imensa e em
um movimento rápido socou nossos estômagos de uma só vez. Arrotamos como dois
carneiros roucos, daí e diante sentimo-nos muito bem e mais aptos a sorver as
palavras do mahatma.
Macaco Martelo: Repórter vindo das selvas editoriais, faz jornalismo gonzo e desengonçado.
Praia do Canto, 1960, Búzios Antigo, Acervo Museu Brigite Bardot,
José Ninguém - fundador do Búzios - ignorava por completo a geografia da região. Sabia que para o Oriente estava a serra impenetrável, e do outro lado da serra a antiga cidade do Cabo Frio, onde em épocas passadas - segundo lhe havia contado o primeiro José Ninguém seu avô - Sir Francis Drake era dado ao esporte de caçar jacarés a tiros de canhão. Os bichos eram depois remendados, recheados de palha e mandados para Dom João, em Portugal.
Na sua juventude, ele e seus homens, com mulheres e crianças e animais e toda espécie de utensílios domésticos, atravessaram a serra procurando uma saída para o mar, e ao fim de vinte e seis meses desistiram da empresa e fundaram Búzios, para não ter que empreender o caminho de volta. Era, pois, uma rota que não lhe interessava, porque só podia conduzi-lo ao passado.
Ao Sul estavam os charcos cobertos de uma eterna nata vegetal, e o vasto universo do grande pantanal, que, segundo testemunho dos ciganos, carecia de limites. O grande pantanal se confundia ao Ocidente com uma extensão aquática sem horizontes, onde havia cetáceos de pele delicada, cabeça e torso de mulher, que perdiam os navegantes com o feitiço das suas tetas descomunais.
Os ciganos navegavam seis meses por essa rota antes de alcançar a faixa de terra firme por onde passavam as mulas do correio. De acordo com os cálculos de José Ninguém, a única possibilidade de contato com a civilização era a rota do Norte. De modo que dotou de foices, facões e armas de caça os mesmos homens que o acompanharam na fundação de Búzios; pôs numa mochila os seus instrumentos de orientação e os seus mapas, e empreendeu a temerária aventura.
Texto adaptado do classico 100 anos de solidão de Gabriel Garcia Marques
Quando ainda frequentava a escola, eu era considerado um aluno desajustado, hoje sei que era apenas alguém perdido. Não quero justificar meus erros como jovem e estudante, assumo-os. Mas uma coisa eu dizia e na verdade estava certo- e pelo que vejo não mudou- a escola era uma chatice!
Nunca fiz parte de uma instituição tão ruim e com tantos profissionais totalmente despreparados para formar cidadãos ou pessoas de sucesso,isso não quer dizer que eu não tenha conhecido bons e até ótimos professores. Com o velho esquema do estudar para passar no vestibular quanta gente de potencial para coisas grandiosas que passam longe de vestibulares se perdeu no caminho.
O duro de tudo isso é que a escola não parece ter mudado muito da minha- na verdade das minhas, estudei em varias escolas- lá nos anos 90. E não me refiro só a escola publica- eu só estudei em escola publica- como também algumas particulares que ainda cismam em levar os alunos a decorar tabelas periódicas e capitanias hereditárias, puts meu Deus!
As escolas americanas ( publicas) estão levando seus alunos a terem aulas formais de como fazer vídeo profissionais para a Web, estimulando-os manterem blogs e trazendo o universo dos games para a sala de aula. E as escolas publicas – particulares também- do Brasil ainda fazendo a avaliação total a base de provas com perguntas a serem respondidas.
O Praião de Barra de São João ao entardecer com a ilha 30 rés ao fundo
A vida é cheia de fases, acho que todos concordam. Houve um tempo em que eu respirava Pinky Floyd, mas junto a ao som dessa grande banda eu também lia um catatal de livros viajantes, entre filosofia quântica, religiões do oriente e qualquer outro tralalá encadernado em formato de livro. Até montamos um grupo de estudos - falávamos de tudo e até fizemos algumas ações sociais- tinha o pomposo nome de "Gran Ordem dos Sedentos por saber" kkkkkkkkkkk, mas era uma brincadeira apenas. Tanto era brincadeira que depois sobre nos mesmos nos chamávamos de "Gran Ordem dos desbravadores de porra nenhuma". Debatíamos muitos assuntos sérios e profundos, mas no fim a conversa sempre era sobre mulher. Eramos garotos e contávamos algumas vantagens uns para os outros. Normal.
Mas fiz essa introdução só para contar sobre o grande sonho que tive nesse época, preciso abrir um parentese para lembrar que meu livro 'O menino do guarda chuva', primeiro foi uma viagem que tive nessa época. Mas isso também envolvia algumas substancias na mente que não eram propriamente o Pinky Floyd. Mas vamos ao sonho!
Eu estava morando sozinho nessa época - acho que tinha 17 ou 18 anos- lá em minha terra natal. Tinha cansado de morar com minha mãe e fui morar com meu pai, mas ele começou a trabalhar em outro estado e eu fiquei sozinho. Eu tinha chegado do trabalho - fui enfermeiro particular de idosos- e já era bem tarde, adormeci vestindo o uniforme branco. Acordei de bermudão florido e camiseta branca - eu ainda me visto assim- e fui andando por Barra de São João. Vindo pela rua principal de acesso a praia - onde passa o bloco dos Gaviões ou das Piranhas- cheguei a um banco de praça que há no calçadão e me sentei de frente para o mar - na época tinha um banco virado para o mar - e fiquei olhando o horizonte. De repente o sol caiu do céu! Desceu com tudo afundando a linha do horizonte, de forma que o mar afundou em uma curva também, e se fez noite em segundos. O céu ficou cravejado de estrelas e uma lua das maiores que já vi. Houve uma rápida mudança atmosférica também, esfriou um pouco. Mas isso foi questão de segundos. Tão rápido quanto o sol caiu ele foi arremessado de volta ao céu pela resiliência da linha do horizonte. Assim o dia retornou veloz explodindo em cores! Em tudo clareou, trazendo o calor de volta.
Acordei suado a beça - Cachoeiras de Macacu é bem quente- fiquei ainda um tempo meio atordoado sem saber se tinha sonhado ou não. Me levantei - já era outro dia e eu estava de folga- e fui chamar uns amigos para dar uns mergulhos na Cachoeira do Salto. No caminho contei o sonho que nunca esqueci e que conto a minha mulher e amigos até hoje.
Victor Viana @VianaBuzios - Jornalistas, Escritor, Problogger
José Datrino, chamado Profeta Gentileza, (Cafelândia, São Paulo, 11 de abril de 1917 — Mirandópolis, São Paulo, 28 de maio de 1996) tornou-se conhecido a partir de 1980 por fazer inscrições peculiares sob um viaduto no Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba.
Um depoimento
Em dias de tanta rudez e bronquice- não confundir com bronquite- me lembrei do Profeta gentileza. Quando criança me encontrei por acaso com ele. Eu estava pegando um ônibus na Central do Brasil - acho que indo para Nova Iguaçu- junto a meu pai. Eu vestia o uniforme do colégio, ele entrou me olhou e disse: " Você estuda no seu colégio" ( risos). Eu por toda minha infância e adolescência até a juventude ame lembrava da cena e a achava engraçada. Depois mesmo conhecendo melhor a historia e a importância artística de sua obra inconsciente ainda achava meio sem sentido aquilo. Afinal eu usava uma blusa de escola, era fácil saber que eu estudava na minha escola (risos). Mas já adulto, foi minha esposa- Camila Raupp- que ao me ouvir contar a historia, me deu o sentido que eu precisava para ter ainda mais apreço por Gentileza. Camila Disse: " Talvez o que ele tenha querido te dizer é que você tem seu próprio caminho, não estuda no colégio de ninguém, nem de alguma instituição.” Estudo em meu próprio colégio. Obrigado Profeta pela sua gentileza, obrigado Camila por sua profundidade. .
Victor Viana @VianaBuzios - Jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor
No dia 17 de dezembro de 1961, na cidade de Niterói, houve um grande incêndio no circo "Gran Circus Norte-Americano", no que foi chamado de Tragédia do Gran Circus Norte-Americano e que foi considerado uma das maiores fatalidades em todo mundo circense. Neste incêndio morreram mais de 500 pessoas, a maioria, crianças. Na antevéspera do Natal, seis dias após o acontecimento, José acordou alegando ter ouvido "vozes astrais", segundo suas próprias palavras, que o mandavam abandonar o mundo material e se dedicar apenas ao mundo espiritual. O Profeta pegou um de seus caminhões e foi para o local do incêndio. Plantou jardim e horta sobre as cinzas do circo em Niterói, local que um dia foi palco de tantas alegrias, mas também de muita tristeza. Aquela foi sua morada por quatro anos. Lá, José Datrino incutiu nas pessoas o real sentido das palavras Agradecido e Gentileza. Foi um consolador voluntário, que confortou os familiares das vítimas da tragédia com suas palavras de bondade. Daquele dia em diante, passou a se chamar "José Agradecido", ou simplesmente "Profeta Gentileza".
Após deixar o local que foi denominado "Paraíso Gentileza", o profeta Gentileza começou a sua jornada como personagem andarilho. A partir de 1970 percorreu toda a cidade. Era visto em ruas, praças, nas barcas da travessia entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói, em trens e ônibus, fazendo sua pregação e levando palavras de amor, bondade e respeito pelo próximo e pela natureza a todos que cruzassem seu caminho. Aos que o chamavam de louco, ele respondia: - "Sou maluco para te amar e louco para te salvar".
Intervenção Urbana nas ruas do Rio homenageá o Profeta.
Infância:
Nascido em Cafelândia-Sp, no dia 11 de abril de 1917. Com mais onze irmãos, teve uma infância de muito trabalho, na qual lidava diretamente com a terra e com os animais. Para ajudar a família, puxava carroça vendendo lenha nas proximidades.
O campo ensinou a José Datrino a amansar burros para o transporte de carga. Tempos depois, como profeta Gentileza, se dizia "amansador dos burros homens da cidade que não tinham esclarecimento".
Desde sua infância José Datrino era possuidor de um comportamento atípico. Por volta dos treze anos de idade, passou a ter premonições sobre sua missão na terra, na qual acreditava que um dia, depois de constituir família, filhos e bens, deixaria tudo em prol de sua missão. Este comportamento causou preocupação em seus pais, que chegaram a suspeitar que o filho sofria de algum tipo de loucura, chegando a buscar ajuda em curandeiros espirituais.
Obra "Um Um muralista inconsciente" A partir de 1980, escolheu 56 pilastras do Viaduto do Caju, que vai do Cemitério do Caju até a Rodoviária Novo Rio, numa extensão de aproximadamente 1,5 km. Ele encheu as pilastras do viaduto com inscrições em verde-amarelo propondo sua crítica do mundo e sua alternativa ao mal-estar da civilização.
Durante a Eco-92, o Profeta Gentileza colocava-se estrategicamente no lugar por onde passavam os representantes dos povos e incitava-os a viverem a gentileza e a aplicarem gentileza em toda a Terra Controvérsias
Entretanto, um artigo de autoria da professora Luiza Petersen e do jornalista e escritor Marcelo Câmara, que conviveram com Datrino ("Jornal do Brasil" de 21/02/2010) e rebatido por outro artigo publicado no extinto Jornal do Brasil afirma que ele, apesar de falar em gentileza como um mantra, era "agressivo, moralista e desbocado [...] Vociferava, ofendia e ameaçava espancar transeuntes", ao ponto de às vezes ser necessário chamar a polícia para acalmá-lo. "Suas principais vítimas eram as mulheres de minissaia ou com calças apertadas, de cabelos curtos, que usavam maquiagem, salto alto e adereços [...] A maioria da população, especialmente as mulheres e crianças, fugia dele". A imagem que se criou dele após sua morte, segundo os autores, não corresponde às lembranças dos que conviveram com ele durante os anos 1960 e 1970
Mídia Social para formação de uma Rede Social de compartilhamentos de links. Entre as varais funções das Mídias Sociais surge o Flinkin, um novo projeto, disponível em inglês, espanhol e catalão, que permite compartilhar links entre seus usuários.
É uma rede social de troca de links, um espaço onde se pode ter páginas web favoritas e compartilhá-las com o mundo todo. Parece com o Twitter por poder seguir os links e novidades dos usuários que forem consideradas de interesse, assim como algumas das suas categorias de links.
Você pode seguir as novidades do projeto pelo www.twitter.com/flinkincom, adicionar um botão na sua pagina da web para que os usuários compartilhem os site, importar os dados do delicious, guardar os links de forma pública ou privada, descobrir novos links… um ponto de encontro para quem respira intensamente o conteúdo da Internet será uma mídia e tanto.
Victor Viana @VianaBuzios, jornalista e analista de mídias sociais.
O Raiz do Sana, foi formado em 1998 no Vale do Sana, região serrana do Rio, distrito de Macaé. o grupo toca um forro alternativo, combinando os baiões, xotes e xaxados com elementos de outros estilos, como rock, salsa, samba, soul e maracatu. A partir dessa mistura, a banda desenvolveu uma sonoridade própria e inconfundível. As letras são poesia livre que fala do estilo de vida rural do Sana, alem de energia, disco voadores, trilhas, cachoeiras e amor. A banda começou de forma quase que despretensiosa depois do Sana tocaram primeiro em Macaé e rodaram toda a Região Serrrana e a Região dos Lagos também, pouco a pouco chegaram no Rio e foram para o Espírito Santo e depois para São Paulo, onde ganharam o premio de melhor banda do ano. Em 2000 a banda gravou seu primeiro CD independente, chegando a vender 4,000 copias, o que os levou a assinar contrato com a gravadora albatroz do Rio de Janeiro.
Integrantes:
Tati Veras - voz
Elysio - baixo
Rodrigo Ramalho - sanfona
Léo Oliveira - cavaquinho / guitarra
Luiz Nato - violão
Frank Furtado - zabumba
Phinha - percussão
Rodrigo Bucair – percussão
Comentários de membros desse blog:
“Lembro-me que assisti a Raiz do Sana a primeira vez em Barra de São João e foi incrível. Depois fui ao sana passar um fim de semana e estive em um momento mais intimista da banda no sitio do Jamil ( o próprio da canção “O Forro do Jamil”). Sempre adorei a banda e sempre mostrei aos amigos de outros estados e outros países como um exemplo da musica da minha região e do meu país.” ( Victor Viana )
“È som do mato e ao mesmo tempo moderno. Sou fã.” ( Esmael Carolho)
“ A voz da Tati é linda e cheia de astral bom. As letras me lembram meus tempos de riponga pelas cachoeiras do mundo” (Raquel Nascimento)
“Fui ao Sana com minha namorada certa vez e pude ver de perto o peso e a leveza dessa grande banda” (Múchiba) “Adoraria poder fazer um som com eles” ( Arnaldo Marquez”
Raiz do Sana lançou em 2009 um DVD com músicas ao vivo, o DVD inclui músicas inéditas e muitos sucessos dos antigos CD’s.
Por enquanto a compra pode ser feita apenas através do site da banda: http://www.raizdosana.com.br/, realizamos a compra do DVD através do site, demorou muito pra chegar, mas valeu a pena esperar, o DVD tem muita qualidade.
O show contou com a participação especial de Elba Ramalho e o DVD possui uma faixa bonus com participação de Marcelo D2.
Victor Viana @VianaBuzios : Victor Viana MTB 27666 é jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor e Problogger. Nasceu em Cachoeiras de Macacu e reside em Búzios desde 2005. Casado, com a também jornalista Camila Raupp, é pai de dois filhos. Contatos: victorvianajornalista@gmail.com ou 22 9837-3336 Músicas do DVD Raiz do Sana Ao Vivo:
Trajetória de Mutantes
Ave do Sol
Telepática
Catarina
Plantio de Amor
Deusa do Pecado
O Toque
Saudades do Futuro
Festa do Interior / Olha pro Céu
Estrela Alpha
Procê
Andando na noite
Rainha dos Trópicos
Teco-Teco
Chamego Zen/ O Beijo/ Forró do Jamil
OVNI
Pedro Mila
Confira a nova música lançada no DVD com participação especial de Marcelo D2:
p>
Discografia:
* Raiz do Sana
* Cabeça D'agua
* CD 3
Contatos
E-mail : comercial@raizdosana.com.br
Site oficial : http://www.raizdosana.com.br
Venho desde do fim da década de 90 – talvez alguns mais abastados tenham percebido antes disso- tendo a impressão de que o mundo estava ficando menor e o tempo passando com mais velocidade. Como adolescente de interior ouvi de muitos a explicação religiosa- estava tudo na Bíblia, me disseram- não me contentava com a resposta sempre absoluta da religião.
Começava-se a falar massivamente sobre globalização – de forma superficial citavam uma ideia de aldeia global- nos artistas se podia ver com mais clareza a extensão do fenômeno que nos noticiários, sempre tão atrasados em temas que não são palpáveis, e assim a TV começa a entrar desengonçadamente na internet que, ninguém sabia, viria para se tornar maior que a caixa de imagens coloridas de todos os dias.
Mesmo sem recursos eu ia dando um jeito de me conectar aos acontecimentos. E então caminhamos até o ponto em que a internet se tornou acessiva a todos de alguma forma. O mundo realmente se tornou pequeno. Quanto mais as pessoas vão se conectando, menor o mundo social se torna.
(imagem do site "Escola de Redes" )
Nascem as Redes Sociais. Mas o que não tem seguido a expansão da web é a compreensão de que um monte de gente reunida não determina necessariamente uma sociedade.
O ‘Social’ é o que está ( existe) entre as pessoas. Uma verdadeira Rede Social se faz na interação entre as pessoas. As empresas; Igrejas, ONG, Site de relacionamentos, são apenas intuições e instrumentos; ferramentas para que se desenvolva uma verdadeira Rede Social, que só pode ser de pessoas. De outra forma não se tem “Social”.
Victor Viana no Twitter @VianaBuzios - Jornalista, Assessor de Imprensa e Analista de Mídias Sociais. Matéria publicado originalmente em O Curinga de Búzios
Demorei para saber que esse não era o nome completo da menina.
E de repente começamos a ver que O tal Junior não é uma parte do nome da Sandy. To falando serio, eu achava que o nome da menina era “Sandy Junior”, eu achava estranho porque nome de mulher não leva Junior no fim, mas Sandy já é um nome de gosto duvidoso...
Fotomontagem de Junior quando era criança ao lado de Sandy hoje em dia
Mas depois percebi que aquela sombra que ficava pulando ao lado da mocinha era o irmão dela, o Juninho, quer dizer o Junior.
Bem, vamos começar entrar no som. O som é ruim para caralho, sempre foi, tudo que os dois fizeram sempre foi ingênuo. Quando eles eram crianças dava para aguentar aquele negocio de Maria Chiquinha e cover desgraçados da Jovem Guarda, mas eles foram crescendo e encomendando musicas de compositores que fizeram musica para Xuxa, ai depois Sandy - que agora sei que não é Junior - resolveu compor, e continuou tudo igual.
Ah, eu quase ia esquecendo da versão terrível do cacete da musica do Titanic. Não podemos negar que a menina é afinadíssima, Lobão chegou a criticá-la de que ela era afinada de mais - Ninguém deu atenção porque Lobão só fala merda -. Mas a Fernanda Takai do Pato Fu também é afinadíssima e é um talento criativo dos maiores da geração dela. O que separa as duas? Justamente a questão do talento criativo ué. Mas começou a especulação que os dois iam se separar, eles diziam que não, mas qual seria o futuro do Juninho? Rita Lee, com a sabedoria que a idade não lhe deu -ela não é sabia- disse que eles já tinham muito dinheiro e que tava tranqüilo. Para encurtar a historia eles se separaram. Sumiram um tempinho e o moleque voltou com uma banda doida, que tinha o ex-baixista da bosta rock “Charle Brow Jr”. É claro que não deu certo. Mas um dia eu estava assistindo O Big Brother - è eu vejo - e o cara, o Juninho, tocando em uma banda sem vocal muito boa! Misturando coisas eletrônicas com a bateria acústica, cheia de som e o violino do membro menos bobalhão da grande família, família Lima quis dizer (-O que por coincidência é o marido da Sandy é o que mais tem cara de bobo-. Meses depois Sandy apareceu em um programa de auditório qualquer ae e cantou a nova musica de trabalho dela, eu agora não vou fazer brincadeira, eu fiquei com pena dela. A musica nova era a musica de sempre! Tadinha, ela tinha composto, letra de menininha de colegial e a musica com melodia de Celine Dion e arranjo de Roupa Nova,. Dessa vez fiquei com pena da Sandy e não do Junior como foi por muito tempo.
Esmael Carolho: Produtor e Critico musical, alem de jogador de baralho no pósto 9.
Começou a circular pela internet, iniciou-se em Pernambuco e
já tomou conta de São Paulo, o Movimento “Multa Moral”. Carros
estacionados nas calçadas, faixas de pedestres, vagas de deficientes recebem a “Multa
Moral”. Quem aplica? O próprio cidadão. Como isso acontece? O Cidadão comum imprime um
boleto pela internet e ao passar por carros que estejam nessas situações deixa
no vidro a “multa”, que na verdade é uma ação de alerta ao transgressor de que
sua atitude não é legal, no papel há a sugestão de que para amenizar o ato o
motorista doe R$ 50,00 a uma instituição carente. O objetivo do movimento com essa ação não é
multar para punir - até mesmo porque o cidadão comum não tem poder de policia
para isso- e sim multar para educar.
Não se sabe se já deu algum resultado, mas a movimentação na internet só
cresce e em dias será um fenômeno nacional. No Facebook o acesso ao movimento é
pela comunidade que originou essa nova onda das Mídias Sociais no Brasil www.facebook.com/olhaamultamoral
onde alem do incentivo as aplicações das “multas” há também o compartilhamento
de fotos de carros em situações irregulares de todo o país.
O movimento que já
conta com um site www.multamoral.com é mais uma demonstração da força das Mídias
Sociais. Búzios como qualquer cidade também
sofre com a falta de educação e cidadania de motoristas o movimento multa moral
cairá muito bem aqui também. Será que os “Ativistas das Mídias Sociais” de
Búzios vão se interessar por uma ação cidadã não partidária ou vamos provar que
todo nosso discurso de preocupação com a cidade é apenas visando às eleições
2012? É esperar para ver se a moda , bem vinda, pega por aqui.
Victor Viana @VianaBuzios
é jornalista, Escritor, Assessor de Imprensa e Analista de Mídias
sociais.
Não basta ter um bom conteúdo. Na hora de blogar preste atenção a forma como monta seu texto.
Antes gostaria de dar um alerta aos blogueiros que por ventura também sejam jornalistas; na Web não se agarre totalmente a técnica dapirâmide invertida. procurem saber mais sobre a técnica da Pirâmide deitada.
A Nova forma de escrever para Web exige PALAVRAS CURTAS, CONHECIDAS e PRECISAS!
Ex: Fim ao invés de propósito por que é mais curto. Trabalho ao invés de Labor por que é mais conhecido. Pardal ao invés de Ave, porque é mais preciso.
As frases devem ser de preferência curtas. Em um texto que exija mais de explicações alterne FRASES LONGA + FRASE CURTA+ FRASE LONGA e assim por diante até finalizar seu texto sem que que o corpo deste seja muito longo.
Espace os parágrafos, isso ajuda na leitura pelo computador. Valorize os dois primeiros Parágrafos ( Para jornalistas: Tem a mesma importância que um Lead para o Impresso) que as principais informações do seu texto esteja neles.
Use sempre verbos fortes como por exemplo “Esclareceu” ao invés de “Prestou esclarecimento”.
Sua redação na internet é melhor quando há economia de palavras. Seja breve e sucinto. Na verdade é voltar as origens do bom jornalismo; Boa Redação e boa Edição. Não dá par publicar tudo, sempre é preciso saber cortar em alguma parte o seu texto. Nesta hora trabalhe sempre com a visão de que a estrela é a informação e não você.
O Titulo é preferível que seja sempre claro e destacável.
Existe muitas outras coisas relacionadas ao texto que você aprenderá e até inventará de acordo com a sua experiência na blogagem. Mas por fim use agregadores de conteúdo e mídias sócias para divulgar seu blog. Boa viagem
Victor Viana: MTB 27666 é jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor e Problogger. Nasceu em Cachoeiras de Macacu e reside em Búzios desde 2005. Casado, com a também jornalista Camila Raupp, é pai de dois filhos. Contatos: victorvianajornalista@gmail.com ou 22 9837-3336
Logo após ter seu chapéu levado pelo vento de Manguinhos
Muito cedo ele aprendeu a desconfiar dos peixes. Em especial desses que usam gravata. Por anos murmurava seu descontentamento com a chegada dos peixes a cidade. Dês que o conheço usa um chapéu. Surpresa foi ver em um dia de inverno em um bar na Praia de Manguinhos um vento nordeste lhe arrancar o chapéu e todos descobrirem que ele tinha uma cabeça de bagre.
Essa micro crônica ( Publicada originalmente em 2010 neste mesmo blog ) estará presente no próximo livro de Victor Viana " E os animaizinhos subiram de dois em dois. Um Manual para se entender os búzios."
Victor Viana: MTB 27666 é jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor e Problogger. Nasceu em Cachoeiras de Macacu e reside em Búzios desde 2005. Casado, com a também jornalista Camila Raupp, é pai de dois filhos. Contatos: victorvianajornalista@gmail.com ou 22 9837-3336
Já é sabido que a Blogsfera é formadora de Redes Sociaise sabemos que hoje é o usuário da internet o principal desenvolvedor de conteúdo. Com a internet e o avanço da telefonia móvel vemos crescer o numero dos Chamados “Repórteres Cidadãos” que também tem formado redes sociais em torno do objetivo comum de divulgar a noticia sem intermediários, como é, ou é, praxe nas empresas de comunicação tradicionais.
Esse tipo de jornalismo já existia antes da internet e ainda existe fora do espaço virtual, podemos da como exemplo os Zines e jornais circulares das associações de moradores. Mas com os recursos da internet se popularizou e alargou seu campo de atividade e com isso suas conseqüências na sociedade.
Vamos citar os tipos de jornalismo cidadão que vem se desenvolvendo por meio da Internet:
Jornalismo Participativo:
Ocorre em veículos de comunicação que mantém espaço para o comentário dos leitores. Os comentários acabam por se juntarem ao artigo, formando assim um conjunto novo de informações e reflexões sobre a noticia ou o tema abordado. Isso é mais freqüente em blogs independentes, mas já há paginas de grandes jornais trabalhando parcialmente com esse processo de inclusão do cidadão comum a ação jornalística.
Jornalismo Colaborativo
È quando mais de uma pessoa contribui para o resultado final do que é publicado. Pode ser um texto escrito por duas ou mais pessoas ou toda uma pagina que agregue vídeos, sons imagens de vários autores com intuito de passar uma informação relevante.
Jornalismo Código Aberto
Define um tipo de vanguarda jornalística feito em sites que comportem o sistema Wiki- o mesmo da Wikipédia- que permite a qualquer internauta alterar o conteúdo de uma pagina. Também está incluído nesse tipo jornalístico vídeos, fotos, sons e textos distribuídos na rede com licença para serem alterados e retrabalhados.
Jornalismo Grassrooots
È a definição para a participação na produção e publicação de conteúdo na Web das camadas periféricas da população. Aquelas que geralmente não participam das decisões da sociedade. Quando elas passam a divulgar as próprias noticias, causam um efeito poderoso no mundo da comunicação.
Os jornalistas que usam este termo defendem a idéia de que o Jornalismo cidadão está literalmente relacionado a inclusão dessas comunidades no universo criado pelas novas tecnologias de comunicação.
E você em que tipo deste novo jornalismo quer atuar?
Victor Viana @VianaBuzios é jornalista e analista de mídias sociais.
Victor Viana: MTB 27666 é jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor e Problogger. Nasceu em Cachoeiras de Macacu e reside em Búzios desde 2005. Casado, com a também jornalista Camila Raupp, é pai de dois filhos. Contatos: victorvianajornalista@gmail.com ou 22 9837-3336
Hugo Chaves oferece asilo
politico ao Fundador do Facebook
Mark Zuckerberg na verdade teria nascido em Madri em 08 de Abril de 1605
e se chama Felipe IV, aclamado rei de Espanha em31 de marçode1621aos 16
anos. Entregue aos dez anos ao homem forte do reino, D. Gaspar Filipe de
Guzmán,conde-duque de
Olivares, que era vampiro e mordeu o jovem Felipe IV - hoje Mark
Zuckerberf – para que ele se tornasse imortal e assim pudesse reinar para
sempre.
Felipe reinou 44 anos, mas se cansou das constantes guerras - a Espanha
teve momentos difíceis - e simulou ter morrido, mas na verdade refugiou-se noBrasil até a década de 70, já no século 20, onde viveu na
comunidade do Santo Daime, na floresta amazônica onde bebia o chá sagrado mais
vezes do que podia, acabou sendo expulso da seita.
Refugiou-se nos Estados
Unidos, onde – com a ajuda de um traficante colombiano- forjou documentos falsos e passou a se chamar Mark Zuckerberg, convertendo-se ao judaísmo mordeu muitos pescoços de alemãs. Entediado com sua vida imortal refugiou-se no mundo virtual, criando o Facebook.
O segredo de Mark esteve guardado por todos esses anos até que seu ex- amigo brasileiro – no qual passou a perna - delatou sua falsa identidade a CIA. O Presidente Barack Obama já bloqueou Zuckerberg em seu perfil do facebook, o Papa Bento XVI disse em seu twitter que a Igreja não concorda com a permanência de vampiros na internet. O presidente Hugo Chaves, convidou Marrk para morar na Venezuela.
Comparação ente a foto atual de "Zuckerberg " e pintura de quando era rei da Espanha comprovam de que ele é mesmo um vampiro.
Macaco Martelo:Vindo da selva editorial das grandes viagens, jornalismo gonzo e desengonçado. Para entrar em contato com o Macaco Martelo Entre em contato com o Blog do Macaco Martelo pelo e-mail do Grupo de Mídia Blogão dos Lagos blogaodoslagos@hotmail.com
Fotografia tirada antes de subir na vida: ficava na areia da praia catando Tatuí.
O Tatuí andava de chinelos havaianas- quando havaiana era chinelo de pobre- cada pé de uma cor, quando arrebentava a Correa punha um prego atravessado embaixo da sola para segurar e assim ele ia. Vestindo sempre uma camiseta furada de candidato – no qual não votou- vivia apenas. Sua aldeia era seu mundo. Era talvez feliz.
De repente os ventos começaram a soprar um estranha novidade; a aldeia queria virar cidade! O Tatuí escutou por aqui e por ali aquela historia que na época se escrevia estória. Um dia parado no cais viu um ator da Globo saindo em uma lancha a jato com duas modelos. Foi uma epifania , um clique, uma virada em sua mente.
Saiu a luta; conversou com amigos e sentiu que ia dá pé; folguedos e cachaça! Passou na Igreja pegou umas cestas básicas distribuiu a alguns em seu próprio nome. Passou a ficar em fila de posto de saúde para marcar numero para os outros e até mesmo emprestava sua bicicleta para que fossem a sede do município resolver problemas. Agora aquele Tatuí tinha um propósito.
Foi as vésperas de assumir seu posto de nova elite da recém criada cidade que aprendeu a comer de garfo e faca, trajava o terno pegado emprestado do pastor local. Tinha subido na vida aquele Tatuí; tomou posse do cargo e muitas terras que trocou por espelhinhos e pentes.
Essa micro crônica - publicada originalmente na 2ª edição do jornal "A Raza" em 2011 e depois em Setembro de 2012 no mesmo jornal - estará no livro “ Os animaizinhos subiram de dois em dois- um manual para se entender os búzios” que será lançado por Victor Viana.
Victor Viana @VianaBuzios
Victor Viana: MTB 27666 é jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor e Problogger. Nasceu em Cachoeiras de Macacu e reside em Búzios desde 2005. Casado, com a também jornalista Camila Raupp, é pai de dois filhos. Contatos: victorvianajornalista@gmail.com ou 22 9837-3336
Tatuí (que significa "pequeno tatu" em tupi) ou tatuíra (Emerita brasiliensis) é o nome dado aocrustáceo isópodes que dificilmente passa dos quatro cm de comprimento e que é encontrado fazendo escavações de pouca profundidade nas praiasarenosasbrasileiras. Tem coloraçãobranca. Sua semelhança com os tatus valeu-lhe o nome comum. Sua importância econômica é a apreciação na culinária local e na pesca. Sua presença em grande quantidade pode determinar o grau de limpeza nas praias. Praias geralmente com um grau leve de poluição em diante podem ter uma população do crustáceo bem reduzida, ou mesmo praticamente não a ter.
É também popularmente conhecido como tatu-d'água e pulga-do-mar.
Um nativo já caminhando para a casa dos 60 me contou – pediu
para não ser identificado - sobre uma
historia do fim da década de 60, quando começou a chegar uns cabeludos na
aldeia. Em uma ruela de lama – onde hoje
seria a travessa do restaurante David- havia
antigo arbusto - já parecia uma pequena
arvore- com a qual as mulheres faziam
garrafadas para a cura de vários males como dor nas pernas, cicatrização de
feridas e as vezes – me disse que era bem raro-
bebiam o chá para acalmar. Os cabeludos
colhiam muito as folhas desse arbusto, ninguém achava estranho. Um dia apareceu
policia vinda da capital – talvez tenha vindo apenas de Cabo Frio – e cortaram
o tal arbusto, que era um pé de maconha.
Victor Viana @VianaBuzios
Victor Viana: MTB 27666 é jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor e Problogger. Nasceu em Cachoeiras de Macacu e reside em Búzios desde 2005. Casado, com a também jornalista Camila Raupp, é pai de dois filhos. Contatos: victorvianajornalista@gmail.com ou 22 9837-3336
A asquerosa barata de asas cruzadas sempre tem um árduo trabalho de bajular Membros do alto funcionalismo publico e empresários montados na grana. Ela precisa dos fatos e Fotos para sobreviver, ela vive em mundinho cor de rosa e se orgulha disso. È tonta, como na brincadeira da “Barata tonta”. Um dia pisada por sua própria ganância, rastejou-se ofegante de um lado da Turíbio de Faria a Rua das Pedras, que é a sua única Búzios. Todos olhavam enojados e sem vontade de lhe ajudar. Com muito custo agarrou-se a uma bolsa Louis vuitton e morreu. Victor Viana @vianabuzios
( publicada originalmente neste mesmo blog em 2011 )
Esta micro cronica estará no livro " E os animaizinhos subiram de dois em dois. Um manual para se entender os búzios" que será publicado por Victor Viana.
Victor Viana @VianaBuzios
Victor Viana: MTB 27666 é jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor e Problogger. Nasceu em Cachoeiras de Macacu e reside em Búzios desde 2005. Casado, com a também jornalista Camila Raupp, é pai de dois filhos. Contatos: victorvianajornalista@gmail.com ou 22 9837-3336
Essa pergunta é típica de quem não usa, assim como
também de quem começa a usar, o microblog. Uma das maiores asneiras ao se
tentar definir o twitter está no fato de que o twitter não tem uso claro e
definido. Mas é certo que ele revolucionou a forma de comunicação em um curto
espaço de tempo, em especial para jornalistas e mesmo pessoas comuns que
passaram a registrar fatos via celular. Pode-se falar do que quiser no twitter,
desde que em 140 caracteres. Nem adianta escrever mais que isso, não funciona
mesmo.
Para começar você entra no site, cria uma conta e
diz o que você está fazendo no momento e, para ficar mais interessante, é legal
seguir seus amigos, entrando na pagina deles e clicando em follow. Cada vez que
você adiciona um amigo você começa a receber as mensagens deles. Mas é bom
avisar que no inicio dá uma grande sensação de se estar escrevendo para ninguém.
Mas o twitter é um site muito intuitivo e conforme se vai mexendo nele se vai
entendendo sua dinâmica.
Existem algumas coisas que já ajudam quem está
começando – mesmo que o twitter já esteja rodando por ai um tempão, mas sempre
tem gente boiando – quando você envia uma mensagem, todo mundo que te segue
recebe a sua mensagem. Para enviar uma mensagem especificamente para uma pessoa
coloque @usuariodapessoa no começo da sua mensagem. Está também é uma forma de
forçar/facilitar alguém a ler sua mensagem, pois se ele não te segue ele não
lerá o que você escreve. As mensagens desse tipo aparecem em uma pasta em
separado chamada Replies.
O mais maneiro de um twitter é que é muito fácil de
usar – qualquer celularzinho com uma internet baratinha dá para conectar o
twitter – e essa facilidade de acessar de qualquer lugar faz com que a maioria dos acontecimentos seja anunciada
primeiro no twitter e só depois em qualquer outra mídia social, e é claro, na
mídia tradicional. O fato de só poder haver o envio de mensagens curtas faz com
que isso seja transmitido e retransmitido rapidamente. Mas isso não resume o
twitter.
Twittando no celular
A limitação de 140
caracteres do twitter foi criada justamente para viabilizar a integração
do twitter com mensagens de texto via celular – SMS- e isso transforma o twitter numa plataforma acessível há 126 milhões de brasileiros. Com celulares mais caros e um bom plano de
internet se pode mandar fotos e até vídeos.
MSN
No MSN, se é que alguém ainda usa MSN, o twitter pode ser integrado com o instant
menssengers, a integração com o Gtalké nativa. Para integrar com o MSN você
pode utilizar o IMified. Dá um pouco de trabalho, sinceramente tem que estar
com muita vontade de ainda usar o MSN.
Usando o e-mail
Através do TwitterMail você pode se cadastrar e
obter um endereço de e-mail para enviar suas mensagens através de qualquer
programa de e-mail.
Blog
Se você tem um blog, pode usar seus twitter como um
micro blog, muitas vezes você encontra
algo na rede que é interessante, mas não o suficiente para fazer um post, ou na
verdade já é um post em outro blog e não faz sentido repetir o assunto, mas se
você gostaria de divulgar para todo mundo, então você pode fazer isso no seu
twitter. Basta usar qualquer um dos métodos acima. Você também pode colocar um
badge _widget– no seu blog mostrando as ultimas atualizações do seu twitter,
fundindo o blog com o microblog.
Hugo Gloss e Ivete, Twitteiros mais seguidos
Eventos.
Se você costuma participar de eventos o twitter pode
ser usado para fazer a microcobertura do evento, postando os títulos das
palestras, nomes dos palestrantes e algumas frases chave para dar uma ideia do
que está acontecendo – com o uso de fotos enriquecerá a notícia- para esse tipo
de uso geralmente associa-se uma etiqueta – tag- ao evento no formato
#nomedatag. Com o crescente uso da ferramenta até eventos mais populares como a
virada cultural tiveram boa cobertura via twitter.
Para curiosos e exibicionistas
Se pode usar o twitter como uma espécie de Big-
Brother particular, algumas pessoas tem uma vida bastante interessante ou são relativamente
famosos.
Como postar fotos
Uma maneira simplificada de postar fotos é através
do twitpic. Você informa seus usuário e senha do twitter, envia a foto que
ficará hospedada no próprio twitpic, informa a mensagem que irá acompanhar a
foto e ele envia sua foto e mensagem automaticamente para seu twitter.
Victor Viana @VianaBuzios
Victor Viana: MTB 27666 é jornalista, Assessor de Imprensa, Escritor e Problogger. Nasceu em Cachoeiras de Macacu e reside em Búzios desde 2005. Casado, com a também jornalista Camila Raupp, é pai de dois filhos. Contatos: victorvianajornalista@gmail.com ou 22 9837-3336