4.4.11

Entrevista com Teixeira e Sousa


O rapper Fábio Emecê e Clovis Bate-bola estiveram com a presença do ilustre poeta e romancista cabofriense Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa, mas conhecido como Teixeira e Sousa. Pessoa de grande humildade e conhecimento. Coisa difícil foi entrevistar este senhor de olhar triste e voz rouca tamanha a sabedoria existente em suas falas. por vezes preferimos não interromper os rios de sabedoria que jorram pelas palavras desse gênio da nossa literatura.

Para os que não conhecem a obra genial escritor, vale lembrar que é autor do livro O filho do pescador, que é considerado o PRIMEIRO ROMANCE BRASILEIRO. É filho de um português com uma negra. Teve de abandonar o estudos para aprender uma profissão que ajudasse economicamente a família. Aprendeu a mecânica e a carpintaria e trabalhou no Rio de Janeiro durante muitos anos. Hoje, disputa com camelôs o espaço para vender seus livros na rua Érico Coelho. Revoltado com o estado atual da cultura na cidade, diz que se pudesse voltar atrás, teria exposto sua obra em outra cidade.

Teixeira e Souza, sua vida, assim como a de muitos artistas em Cabo Frio, foi muito difícil. Como foi ficar só no mundo tão cedo?
Eu, como todo mestiço, tive de trabalhar muito cedo para ajudar em casa. Era um tempo difícil e não havia a facilidade que hoje se tem de aprender. Ou você passava dias aprendendo uma profissão ao lado de quem tem anos de experiência ou você morria de fome. A gente tinha de trabalhar estudando. Não havia tempo para trabalhar e fazer curso a noite. O meu tempo de laser era dedicado as letras.

Você está com um barraquinha no miolo comercial de Cabo Frio. Houve alguma dificuldade para conseguir a liberação da prefeitura para vender seu livro no local?

Mesmo tendo escrito o primeiro romance brasileiro, tive dificuldades em conseguir espaço na rua para vender. E, mesmo depois de ter conseguido a liberação da secretaria de ação e postura da atual administração, tive que enfrentar muitos problemas com os camelôs no local.


E as casas de cultura locais, como têm olhado para o seu trabalho?




Essas casas pouco se importaram com a minha literatura. Talvez, no dia em que eu morrer, serei lembrado pelo poder público como talento local. Mas, isso não passará de objeto de valorização cultural com cunho eleitoral. Essa é a realidade quando se tem a cultura comandada pela batuta de homens sem compreenção do que fazem com a máquina pública e sem paixão pelo seu povo, por suas origens.


Como tem sido o seu meio de sobrevivência nessa realidade desfavorável?


Graças a Deus, tenho vivido de minha aposentadoria. Trabalhei por durante anos no Rio de Janeiro de carteira assinada e hoje posso sobreviver da minha aposentadoria de um salário mínimo. É muito pouco, mas é melhor do que ter de viver de pensão de políticos.



Há pouco tempo chegou à câmara dos vereadores um projeto de lei que pretendia obrigar a prefeitura a dar uma espécie de "pensão" para o senhor. Como foi a sua reação?


Eu agradeço a ajuda desses senhores que creio terem sido escolhidos democraticamente para representar o povo. Mas, recusei e recusarei sempre. Sou homem que sempre viveu do próprio suor e não será hoje, na minha velhice, que irei sucumbir aos apelos caridosos de políticos. Gostaria de ganhar dinheiro sim, e muito. Mas, quero ganhar pela minha arte e não por esmola ou pena. Quero ser reconhecido pelas próximas gerações como o retrato de algo de bom que aconteceu em Cabo Frio e não mais um sanguessuga do dinheiro público.


Como o senhor tem visto os que movem a cultura na cidade?


Com excessão das entidades autônomas, o resto são meros sanguessugas. Homens que nunca tiveram um lápso de inspiração ou conhecimento de arte, hoje regem as secretarias de cultura como se fossem suas biroscas. Tratam o funcionário público como se fossem criados e o artista como um mendigo. O que esperar desses homens que ganham sem fazer cultura senão o opróbio. Existem também aqueles que fazem alguma obra de arte, mas é mero narcisista preocupado com a necessidade de ser reconhecido acima de sua arte. Isso é lastimável. Esses dias soube da polêmica entre dois rapazes na cidade brigando pela autoria de uma obra de arte. Triste saber que estes talentos natos brigam pela necessidade de serem reconhecidos.


Como você vê esta dependência do poder público por parte dos artistas?




Existem artistas na cidade que nunca publicaram nenhuma obra. Nunca produziram nada que se possa chamar de arte e se gloriam como se fossem deuses nos céus. Há até mesmo aqueles que pagam para outros artistas produzirem suas obras e só assinam. Estes tem um único objetivo de caçar espaço dentro dos governos. Não têm compromisso nem com o município nem com a arte. Sua arte deve ser um reflexo seu e não um cartão de visita para ganhar portarias. Gostam muito de fazer pose na hora de serem fotografados, mas as mãos não estão com marcas de trabalho.


O senhor reconhece algum artista da cidade como expressão de talento?


Esses dias eu caminhava pelo canal e avistei um jovem rapaz, com um chapéu branco e roupas leves, pintando o entardecer da cidade, virado para as águas do Itajurú. Ele olhava sua obra com um olhar triste. Ninguém percebia a magnífica arte que trascorria de suas mãos e se fixava naquele pedaço de pano. Fiquei a certa distância vendo aquele jovem e me perguntando onde erramos na hora de produzir a cultura nessa cidade? Por que aquele pintor estava tão triste e, mesmo estando triste, pintava? Que esperança tem aquele jovem que o faz pintar?


E quanto ao estado da Casa do Wolney, onde residiu o fotografo que mais retratou a cidade durante as décadas de ouro da comunicação brasileira, como o senhor reage ao ver um local histórico reduzidos aos escombros?


É um retrato do nível de cultura e preocupação do poder público para com a cidade. Mas, não posso ser inocente nessa história. Eu creio profundamente que em algum lugar, nós erramos na hora de fazer nossos pequeninos herdar nossa cultura. Ver a casa onde morou o jovem Wolney reduzida aos escombros mostra essa realidade. Em algum lugar nós erramos. Ver os escândalos do carnaval na cidade mostra que nós erramos. Ver toda vergonha política ser exposta nacionalmente, com prefeitos disputando quem tem maioria em processos, expoe nossa culpa na educação de nossos filhos e herdeiros.


Mas, veja o lado bom. A cidade de Cabo Frio será a primeira na Região dos Lagos a ter uma novela própria, produzida por artistas da cidade. Não é um bom recomeço?

Sim, muito me alegra essa nova realidade que se forma a partir desses novos espaços de exposição de arte. Esperamos que essa novela ajude a fazer a arte de Cabo Frio voltar-se para seu povo. Que estes novos artistas façam com que nossa população tenha orgulho de si, que se sinta um como povo e não um bando de forasteiros ou gente corrída de outras cidades. Tenho esperança de que o povo desta localidade que inspirou a novela seja o centro das atenções e não a velha elite.

O senhor acredita que o branqueamento da sociedade cabofriense ainda exista?




Tendo em vista que boa parte dos artistas louvados na cidade não são negros, nem oriundos das classes simples ou com raízes na cidade, creio plenamente que esse branqueamento ainda exista. Espero que essa nova realidade artistica não reproduza os erros do passado e passe a valorizar nossa identidade. Que negros sejam negros e tenham orgulho disso. Espero que vocês não caiam na armadilha do branqueamento dos homens.

O seu retrato nos livros de história reflete esse branqueamento?


Me divirto muito quando vejo alguns desenhos retratos que utilizaram para representar-me na história, mostrando um rosto longe de minhas raízes. Eu pareço tudo nesses desenhos, menos um filho de uma negra com um português. Nessa imagem clássica eu pareço mais com Abraham Lincoln do que com um mestiço brasileiro. Espero que esta geração abra o espaço para minorias que a minha geração não abriu.

Reações: 

31.3.11

A Escola. Uma reflexão que aponta de forma lúdica para a necessidade de uma mudança de paradigma.

  Muitas cenas obviamente se passam na escola.  Para uma criança e adolescente a escola ocupa um grande espaço de sua vida. Lipe- O menino do Guarda Chuva-  estuda em colégio publico. Não há uma critica direta aos sistema de colégio publico. Mas há uma reflexão critica sobre o sistema escolar como um todo. Uma reflexão simples para seguir o estilo da historia,mas aponta para os vicios  e  deficiências que estão nas bases de sustentação de todo o  sistema escolar mundial ao longo da historia.  Toca de forma leve  respeitando a narrativa literária a necessidade de mudanças de paradigmas no sistema escolar.


,Um trecho do livro sobre a escola: 




" ( ...)  a escola é um lugar importante, sua mãe e pai e todos já te falaram isso, e é verdade. Estudo em colégio publico, não sei em que tipo de colégio você estuda, mas escola poderia ser bem melhor. Não sei se me preparam para ser aquilo que nasci para ser. Teve uma professora que dizia querer me ajudar em relação ao fato deste guarda-chuva estar sempre aberto. Quase me convenceu, deixou sentindo-me culpado, quis me convencer a trocar de guarda-chuva. O meu é azul, ta meio desbotado pelo tempo que eu ando com ele. Queria que eu usasse uma capa de chuva, disse que pareceria mais moderno e não tanto estranho. Eu sei quem eu sou, e mesmo que eu ainda não tenha idade suficiente para saber completamente a que vim para este mundo, eu já sei a que não vim, não vou trocar aquilo que sou por aquilo que querem que eu seja! Eu me cansei das aulas, da chatice que era. "




Sempre há as exeções dentro desse sistema tacanho que é a escola. 


. E também eu não me adaptava. A sala de aula era pequena de mais para eu e meu guarda-chuva sempre aberto. Um dia eu estava no pátio, sozinho, um cara veio vindo  em minha direção, falou grosso: "Hei! Seu nome é Lipi?”. Pensei: "Vai da merda!". Mas respondi temeroso: "Sou sim". "Carinha", foi como ele me chamou, "Você tem duas presenças na minha aula", "Você vai repetir o ano, doido", "não quero saber os teus problemas e nem o porque deste guarda-chuva sempre aberto, mas ainda da tempo mané!". Pensei: ‘Mane é teu pai, pô". Mas falei: "Ta, ta bom, eu vou estudar”. O cara disse ainda mais: "Eu já tive a tua idade, e sei que as vezes a gente fica de saco cheio, mas o mundo gira garoto, e a vida voa. Amanhã você acorda de barba com uma mulher do lado e um filho no berço chorando, o despertador avisando que ta na hora de ir para um emprego que você não quer ir. Ai você vai pensar: "caramba! A vida passou voando, eu poderia ter levado mais a serio a escola!". Eu já tava convencido a estudar, mas  aquele mestre ainda disse: " Duas metas a seguir; estudar e beijar na boca!". Eu ri, ele não riu, então eu parei de rir e ai foi ele quem   riu e disse: " A hora é agora!". Eu naquele ano não consegui passar direto, mas eu iria repetir direto, se fosse aquele papo com o professor, com toda certeza. Estudei e  fiquei em recuperação em duas matérias, perdi um pedacinho das férias, mas consegui. Deus salve os mestres e salve a historia, que quando é ensinada por um mestre é a melhor matéria do mundo!"

Victor Viana @VianaBuzios 

29.3.11

Crie seu blog e alargue sua rede alternativa de discussão.


Crei  seu blog e se expresse. Se tem coisas a dizer diga. Se você sabe anexar um arquivo em e-mail, saberá montar um blog com imagens.  Quanto mais produzimos conteúdo, ainda mais aumentados nossa força. Uma rede social não é um partido político nem uma ONG ou SIPA, é um poder descentralizado.

SE alguma espécie de inimigo a liberdade de expressão quiser destruir um movimento assim, ele tentará atingir o centro – como é comum nas guerras- mas se não tiver centro derrubou apenas uma linha da teia, outros nódulos ainda estarão ativos e crescendo indefinidamente.  

Vamos nos ramificar, e se comunicar internamente para expressar toda noticia valida ao bem comum externamente sim.

Victor Viana @VianaBuzios 

28.3.11

Personagens historicos presentes no livro.

JK em bronze feito pela artista Cristina Mota na Orla Bardot

Santos Dumont da dá nome a Praça do Centro da cidade.

Brigitt Bardot estatua em bronze da artista Cristina Mota na Orla que também se chama  Bardot
Nas andanças cotidianas de Lipe- o Menino do Guarda Chuva- por Búzios ele se depara com nomes da historia do Brasil e um conhecido nome do cinema que m Búzios faz parte da Historia local e tem sua importância na descoberta- ainda não se sabe se para o bem ou para o mau- do balneário. Esses se encontram eternizados aqui por darem nome a praça,  Orla e terem estatuas em sua homenagem.


Desta forma narrando estás intervenções publicas na paisagem buziana atual- alterada por essas estátuas- o livro cobre sua parte didática, dando informação de história e cultura geral.
Digo didático por dar uma informação, mas não pela linguiagem usada. Essa é livre e bem humorada, seguindo a linha de abordagem do próprio livro.



Victor Viana @VianaBuzios.

25.3.11

Coisas de Búzios

Chegou a Búzios como todas as outras girafas. Sem um puto no bolso.Instalou-se na Brava e vestiu-se da melhor forma que pode, para subir na vida aprendeu rápido a técnica de gozar com o pau dos outros.

Victor Viana @vianabuzios



Está micro crônica fará parte do livro “ E os animaizinhos subiram de dois em dois. Um manual para se entender os búzios.”

A diferença entre ser blogueiro e ser ...


 A Grosso modo poderíamos definir assim: 

 Blogueiro- em inglês Blogger-  é qualquer um   que bloga, faz uso de um blog des da menina que escreve um diario pessoal aberto na internet ao ativista social que faz do seu blog uma ferramenta social. 

Problogger é Professional Blogger, ou blogueiro profissional.
Problogger é um blogger profissional, que usa seu blog como trabalho. Um problogger ganha dinheiro com seus blogs, podendo viver disso ou ter a maior parte de sua renda vinda com o dinheiro do blog. O dinheiro entra por meio de propagandas ou serviços, geralmente propaganda, como sistemas de afiliados que pagam por cliques, exibições ou comissões por vendas ou assinaturas. 


Mas a anlise pode ser um pouco mais complexa e não pode ser definido apenas como ganhar grana pura e simplismente com blogs. ( Mais sobre o tema em breve) 


Victor Viana @VianaBuzios 

23.3.11

O manifesto Faixa de Gazah está no ar. Saiba mais...

O que é Faixa de Gazah

Por que Faixa de Gazah?

A Faixa de Gaza (região palestina palco de terríveis atrocidades por parte do Governo Sionista Judeu) tem sido usada como referência para milhares de áreas abandonadas pelos governos em todo mundo. Assim como no caso Palestino, as Faixas de Gaza em nossa região hoje representam “terras de ninguém” (exceto em dias de eleição). Estas terras abandonadas super populosas e mantidas às margens dos projetos de avanços sociais serão o nosso alvo como objeto de afirmação cultural. São estes os espaços que artistas e intelectuais estarão focando não só como áreas de reconhecimento de conflito entre poder público e sociedade na guerra de classes, mas áreas de profunda beleza na formação da cultura popular.

Sabemos que na adversidade se formam grandes oportunidades para recriação da vida e este princípio se estende sobre a formação da identidade cultural de um povo. Reconhecemos que são estas faixas abandonadas às detentoras da beleza cultural e social de nosso povo e que será responsável por suprir e repovoar nossa identidade para as futuras gerações.

Conceito

Artistas acostumados com a ruptura. Acostumados romper com a precariedade das condições de vivência, tratamento, de ensino, de acesso a tecnologia, das relações inter-pessoais. Condições necessárias para se criar uma estética em que a indignação e possibilidade de mudança de um Mundo, que diferente de olhos comuns, precisa ser repensado.
Alexander Nélio, Clovis Bate Bola, Fábio Emecê, Felipe Além, Otávio Coelho tem em comum a vontade de potência de acreditar que do precário pode haver beleza e isso pode ser traduzido em arte.
Rap, Reggae, Dub. Literatura, Fotografia, Audio-Visual. Um catálogo libertário, um sentido libertário, um contexto libertário, um conflito libertário.
A Faixa de Gazah surge e com ele começam a se delinear trabalhos em que o valor está onde ninguém quer, mas nós queremos. E nós produziremos...

Se você concorda com isso e deseja colaborar,
SEJA BEM VINDO A FAIXA DE GAZAH

Entre no blog: 

http://faixadegazah.blogspot.com/2011/03/download-ep-clovis-bate-bola-entrevista.html

21.3.11

Procuro voluntarios para ilustrar nova edição do meu livro! Um projeto que pode dar visibilidade a seu trabalho.

O livro O Menino do Guarda Chuva é um projeto que teve o desafio de ser feito sem recursos.  Diante do interesse das pessoas pelo livro resolvi ampliar o desafio. Vou abrir o projeto para a participação de mais pessoas que ajudarão na melhoria da qualidade do produto/livr
o e terão uma base de divulvagação de seu trabalho.  Outras idéias também são bem vindas.


Um abraço a todos.

19.3.11

Não deixe que ZUCKERBERG selecione seus amigos.


 O Face Book estava ameaçado de entrar em colapso por falta de espaço devido à rápida expansão do site. O novo perfil resolveu miraculosamente o problema, o que sempre me deixou embatucado. ( Alexandre Ligia) 








Já notaram que desde há algum tempo apenas recebem notificações de alguns dos vossos contactos e páginas do FACEBOOK (sempre os mesmos)?
Isto passou a acontecer desde que o FACEBOOK passou a ter o novo perfil obrigatório, que defeniu como padrão para todos os utilizadores, receberem apenas notificações dos contactos com quem interagiram nas 2 semanas antes do novo perfil passar a ser obrigatório. Os restantes contactos passaram a ser ignorados pelo "feed de notícias", tal como as vossas actualizações são também ignioradas nos "feed de notícias" dos vossos contactos!
PARA CORRIGIR ISTO A SOLUÇÂO É SIMPLES:
Para voltar receber notificações de todos os contactos no FACEBOOK basta ir ao fundo da página "Feed de notícias", clicar em "editar opções" e onde está escrito "Receber notificações de:" escolher a opção "Todos os meus amigos e páginas":

Partilhem esta informação SFF

18.3.11

Ônibus itinerante da Delegacia de Mulheres estará em Búzios

Ônibus itinerante da Delegacia de Mulheres estará em Búzios
Telma Flora
tflorajornalista@gmail.com

Nos dias 6, 7 e 8 de abril, Búzios contará com o Ônibus Itinerante da Delegacia de Mulheres do Rio de Janeiro. Tal projeto é de iniciativa da Chefe de Polícia Dra. Martha Rocha, e vem sendo coordenado pela Dra. WalesKa Garcez.

Segundo o Delegado da 127ª DP de Búzios, Dr. Mário Lamblet, o contato foi feito por ele e o projeto vai contar com a parceria da prefeitura do município. Ainda de acordo com Mário Lamblet, o ônibus da DEAM estará junto com o Governo Itinerante nos referidos dias, na localidade de Vila Verde, prestando um atendimento personalizado para as mulheres vítimas.

- O ônibus tem seis pessoas como componentes: sendo uma delegada, quatros inspetores (homens e mulheres) e um motorista. A idéia é disponibilizar para as áreas mais distantes do centro de Búzios, a prestação dos serviços da nossa delegacia, como também fazer um atendimento especializado para toda mulher que é vítima de qualquer crime, seja ele praticado na forma de violência doméstica ou não, fazendo com que as mulheres tenham confiança em denunciar os diversos tipos de violências que sofrem, informou Mário Lamblet


Telma Flora
Jornalista - MTB 22414 RJ
Assessora de Imprensa
Dirigente sindical Região dos Lagos
Editora
Freelance
Repórter fotográfico
 (22) 8816-6228
Revista Visão La Flora

17.3.11

Um Pouco de Cachoeiras de macacu interior do Rio de janeiro.

Este lindo rio faz parte de um dos santuários ecológicos de cachoeiras de Macacu e um lindo local para se visitar e conhecer á uma dúzia de lugares tão lindo quanto postarei no elefante de Cachoeiras fotos dos balneários para que você que mora em outros estados e Municipios possa conhecer um pouco do nosso município se você quer saber o que acontece em cachoeiras alem do encanto por paisagem de uma olhada no blog do elefante, depois de desfrutar bastante do Curinga de Búzios este parceiro eterno, grande abraço do Elefante a todos os cidadãos de Búzios.


http://elefantedecachoeiras.blogspot.com/







































8.3.11

Grupos do Face Book, uma otima forma de iniciar uma Rede Social.


Des de que se saiba o que é rede social.

Recentemente o Face Book disponibilizou uma nova ferramenta – entre as mais de 100 que já existiam no seu case-  que possibilitou a construção de grupos interativos.  Fazendo uso dessa ferramenta criei  o Blogão dos Lagos, um grupo que tem como objetivo principal iniciar uma Rede Social entre os blogueiros,  Twitteiros e outros plugados pensantes da Região dos Lagos.

Outros grupos estão sendo criados rapidamete- penso que nós do Blogão fomos os primeiros- e o que tem me chamado a atenção é a total falta de comprenção do que seja – por parte dos administradores desses referidos grupos- Rede Social e comunidades  online.   Dois amigos- membros do Blogão- que faziam parte de outros grupos. Em ambos não conseguiram manter  comunicação, propor debates e em um desses grupos para comentar era preciso antes adicionar como” amigo” a criadora do grupo.

Esse tipo de ação demostra que muitos estão trazendo as praticas fechadas de seus mundinhos para o espaço da web 0.2

Não entenderam que o que movimenta as idéias e as faz chegar mais longe nesses espaços online é a abertura. A navegação em teia.

Victor Viana @VianaBuzios 

1.3.11

Comunidades Online! Saiba mais.

Comunidades virtuais


Embora alguns estudiosos não gostem do termo “Comunidade virtual” por considerarem que esvazia a importância dessas comunidades e retiram dela a imagem de  Comunidades reais, que são.  Seria somente feita com pessoas que estão a distancia uma das outras, mas não menos real que comunidades formadas por pessoas próximas fisicamente.

No Orkut se popularizou os termos “Criar comunidades”, na maioria das vezes é apenas um espaço onde as pessoas ingressam – por vários motivos- mas não estão inseridas em discussões dos tópicos e nem mesmo interagem com os outros participantes.

Essas “Comunidades Virtuais” reais  podem ser feitas em um canal especifico como os grupos criados no Face  Book, Chats, e até mesmo  em uma  interação de blogueiros que sigam-se mutuamente e até em compartilhamento de e-mail. 

Não é a Mídia Social ou qualquer outro canal online que determina a criação e manutenção de uma comunidade. Algumas características demonstram que há uma “Comunidade Virtual” estabelecida:

·         Os indivíduos devem estar familiarizados entre si

·         Devem possuir  linguagem,normas e símbolos específicos compartilhados

·          As identidades devem ser reveladas

·         Deve-se perceber um esforço na manutenção e perseverança do grupo pelos participantes.

Instituições e empresas tem encontrado nessas comunidades um nicho para  divulgação de suas marcas, ações e produtos. Nasceu assim um novíssimo ramo da etnografia, denominada Netnografia, que se atem a analise do comportamento das pessoas na internet.È uma técnica de pesquisa que possibilita, na maioria dos casos, com que as empresas tenham uma analise do consumidor. Mais instituições como ONGs de Direitos Humanos entre outras  encontrem uma forma de inserção e divulgação de propostas e ações entre nichos específicos de comunidades online.

Essas comunidades têm ganhado cada vez mais força. Podem ser criadas de forma inconsciente ou mesmo consciente. Muitos se reúnem em comunidades para discutir o uso de novas tecnologias por exemplo. Mas também tem sido uma forma de compartilhamento e discussão de resoluções de problemas sócias o que traz das comunidades digamos física a matéria que é tratada e discutida na comunidade online e retorna com soluções ou ao menos propostas par isso nas comunidades físicas.

Victor Viana @VianaBuzios 

O Verdadeiro Face Book! Esse não da BUG!

O Livro de Rostos