10.9.10

Crítico de cinema e editor do Cinema em Cena, Pablo Villaça comenta a saga crepúsculo de uma maneira acida e engraçada.

Quebra do sigilo: por que Serra não quer mais levar o assunto adiante?











No feriado de 7 de setembro, o PT finalmente reagiu aos golpes baixos da oposição e pediu à Polícia Federal que ouça Amaury Ribeiro Jr., jornalista que escreveu um livro (ainda não publicado) sobre os bastidores sujos das privatizações durante os dois governos de FHC. Amaury descobriu uma rede de políticos tucanos, dentre eles José Serra e sua família, especializada em enriquecimento ilícito.
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O contra-ataque petista colocou o PSDB na parede em relação ao caso da quebra do sigilo fiscal de Verônica Allende, filha de Serra. Prontamente, o presidenciável tucano recuou e, em entrevista, disse: “Por mim, este assunto morreu aqui. Não pretendo mais tocar neste assunto, deixo a decisão de prosseguir nas mãos do partido. O caso, agora, é uma questão do partido, não minha”. Bastou para que a militância petista, no Twitter, pedisse que a investigação fosse até o fim.
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Mais uma vez, o tiro da oposição saiu pela culatra e só fez aumentar a vantagem de Dilma Rousseff, que subiu três pontos em cinco dias, chegou a 55% e está cada vez mais próxima de uma vitória acachapante no primeiro turno.
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Rodrigo Vianna, do Escrevinhador, nos ajudou, didaticamente, a entender o caso da quebra de sigilo e as razões que levaram José Serra a capitular bem no momento em que a briga começaria a ficar boa. Leiam com atenção o resumo abaixo:
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1. No segundo semestre de 2009, Serra e Aécio travavam disputa pela candidatura tucana. Serra teria feito um dossiê sobre Aécio, e mandado recados, através de jornalistas amigos, sobre hábitos pouco ortodoxos do tucano mineiro. Aécio reagiu. Teria pedido ajuda do jornal “O Estado de Minas” para investigar Serra. A tarefa ficou para Amaury e outros jornalistas que trabalhavam naquela publicação.
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2. Fim de 2009/Começo de 2010 – Aécio e Serra acertam um cessar-fogo. Serra sai candidato, mas deixa Aécio magoado pela forma como agiu nos bastidores. As denúncias de Amaury não são publicadas, e ele deixa o jornal.
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3. Amaury teria se aproximado da campanha do PT, levando o material sobre Serra. O material não foi aceito. Amaury guardou tudo e anunciou aos amigos que escreveria um livro sobre as privatizações e as sociedades da família Serra com certos empresários. Detalhe: quem teria levado Amaury para a campanha do PT? O ex-prefeito de BH Fernando Pimentel, que é próximo de Aécio.
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4. Caso vazou na velha mídia em junho de 2010, mas sem todos os detalhes sobre o início da investigação (que teria sido encomendada por Aécio). No mesmo mês, Leandro Fortes publicou na “CartaCapital” reportagem reveladora, com todos os detalhes sobre o caso.
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5. Agosto/2010 - desesperado com a queda nas pesquisas, Serra resolveu usar o caso, mas sem revelar a vertente mineira. Por acreditar que controla o Brasil (ele controla só algumas redações de jornais em decadência), Serra achou que poderia controlar o vazamento de informações. A velha mídia comprou a versão de Serra, e deu amplo destaque para o vazamento de informações da Receita Federal, mas sem contar como começou a investigação.
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6. Feriado de 7/setembro – PT decidiu pendurar o guizo no gato, e pediu que PF ouça Amaury. Um passarinho contou a esse blogueiro que Amaury – se ouvido – vai contar a história completa, jogando a bomba de volta para o colo do tucano Aécio Neves.
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7. O Estado de Minas silenciou sobre o “escândalo” da Receita. Jornais serristas seguem a falar do escândalo (sem citar a vertente mineira). Mas, na internet, o cheiro de pão de queijo se espalhou, levando Serra a um silêncio obsequioso. Candidato desistiu de falar sobre o caso, e pediu para Marcio Aith procurar Amaury (Por que será? Um pedido de trégua?). Um passarinho me contou também que Amaury considera Serra e seus assessores gente não confiável. “Pensam que sou bobo, não vou falar com eles, não”.
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8. Se a bomba estourar de volta pros lados de Aécio, tudo vai ficar parecido com o atentado do RioCentro, no fim da ditadura militar: milicos da linha-dura queriam matar gente no show de Primeiro de Maio, mas a bomba estourou no colo deles, literalmente, deixando a nu como operavam os serviços de informação barra-pesada da ditadura.
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9. Serra, além de não ter colhido votos com o “escândalo, deve ter deixado Aécio Neves e Daniel Dantas realmente muito satisfeitos. O segundo quer ser esquecido pela mídia (e agora Serra trouxe Dantas de volta à tona). O primeiro precisa ganhar a eleição em Minas, e tudo o que não precisa agora é de bombas plantadas em seu colo.
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10. Amaury deve mesmo lançar o livro sobre privatizações, mas só depois das eleições, talvez em 2011.
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Conclusão: Serra e a velha mídia devem ter aprendido agora que acabou o tempo dos “escândalos” controlados. História pela metade o povão não compra mais.

Quebra do sigilo: por que Serra não quer mais levar o assunto adiante?











No feriado de 7 de setembro, o PT finalmente reagiu aos golpes baixos da oposição e pediu à Polícia Federal que ouça Amaury Ribeiro Jr., jornalista que escreveu um livro (ainda não publicado) sobre os bastidores sujos das privatizações durante os dois governos de FHC. Amaury descobriu uma rede de políticos tucanos, dentre eles José Serra e sua família, especializada em enriquecimento ilícito (cliquem no link acima).
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O contra-ataque petista colocou o PSDB na parede em relação ao caso da quebra do sigilo fiscal de Verônica Allende, filha de Serra. Prontamente, o presidenciável tucano recuou e, em entrevista, disse: “Por mim, este assunto morreu aqui. Não pretendo mais tocar neste assunto, deixo a decisão de prosseguir nas mãos do partido. O caso, agora, é uma questão do partido, não minha”. Bastou para que a militância petista, no Twitter, pedisse que a investigação fosse até o fim.
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Mais uma vez, o tiro da oposição saiu pela culatra e só fez aumentar a vantagem de Dilma Rousseff, que subiu três pontos em cinco dias, chegou a 55% e está cada vez mais próxima de uma vitória acachapante no primeiro turno.
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Rodrigo Vianna, do Escrevinhador, nos ajudou, didaticamente, a entender o caso da quebra de sigilo e as razões que levaram José Serra a capitular bem no momento em que a briga começaria a ficar boa. Leiam com atenção o resumo abaixo:
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1. No segundo semestre de 2009, Serra e Aécio travavam disputa pela candidatura tucana. Serra teria feito um dossiê sobre Aécio, e mandado recados, através de jornalistas amigos, sobre hábitos pouco ortodoxos do tucano mineiro. Aécio reagiu. Teria pedido ajuda do jornal “O Estado de Minas” para investigar Serra. A tarefa ficou para Amaury e outros jornalistas que trabalhavam naquela publicação.
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2. Fim de 2009/Começo de 2010 – Aécio e Serra acertam um cessar-fogo. Serra sai candidato, mas deixa Aécio magoado pela forma como agiu nos bastidores. As denúncias de Amaury não são publicadas, e ele deixa o jornal.
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3. Amaury teria se aproximado da campanha do PT, levando o material sobre Serra. O material não foi aceito. Amaury guardou tudo e anunciou aos amigos que escreveria um livro sobre as privatizações e as sociedades da família Serra com certos empresários. Detalhe: quem teria levado Amaury para a campanha do PT? O ex-prefeito de BH Fernando Pimentel, que é próximo de Aécio.
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4. Caso vazou na velha mídia em junho de 2010, mas sem todos os detalhes sobre o início da investigação (que teria sido encomendada por Aécio). No mesmo mês, Leandro Fortes publicou na “CartaCapital” reportagem reveladora, com todos os detalhes sobre o caso.
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5. Agosto/2010 - desesperado com a queda nas pesquisas, Serra resolveu usar o caso, mas sem revelar a vertente mineira. Por acreditar que controla o Brasil (ele controla só algumas redações de jornais em decadência), Serra achou que poderia controlar o vazamento de informações. A velha mídia comprou a versão de Serra, e deu amplo destaque para o vazamento de informações da Receita Federal, mas sem contar como começou a investigação.
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6. Feriado de 7/setembro – PT decidiu pendurar o guizo no gato, e pediu que PF ouça Amaury. Um passarinho contou a esse blogueiro que Amaury – se ouvido – vai contar a história completa, jogando a bomba de volta para o colo do tucano Aécio Neves.
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7. O Estado de Minas silenciou sobre o “escândalo” da Receita. Jornais serristas seguem a falar do escândalo (sem citar a vertente mineira). Mas, na internet, o cheiro de pão de queijo se espalhou, levando Serra a um silêncio obsequioso. Candidato desistiu de falar sobre o caso, e pediu para Marcio Aith procurar Amaury (Por que será? Um pedido de trégua?). Um passarinho me contou também que Amaury considera Serra e seus assessores gente não confiável. “Pensam que sou bobo, não vou falar com eles, não”.
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8. Se a bomba estourar de volta pros lados de Aécio, tudo vai ficar parecido com o atentado do RioCentro, no fim da ditadura militar: milicos da linha-dura queriam matar gente no show de Primeiro de Maio, mas a bomba estourou no colo deles, literalmente, deixando a nu como operavam os serviços de informação barra-pesada da ditadura.
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9. Serra, além de não ter colhido votos com o “escândalo, deve ter deixado Aécio Neves e Daniel Dantas realmente muito satisfeitos. O segundo quer ser esquecido pela mídia (e agora Serra trouxe Dantas de volta à tona). O primeiro precisa ganhar a eleição em Minas, e tudo o que não precisa agora é de bombas plantadas em seu colo.
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10. Amaury deve mesmo lançar o livro sobre privatizações, mas só depois das eleições, talvez em 2011.
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Conclusão: Serra e a velha mídia devem ter aprendido agora que acabou o tempo dos “escândalos” controlados. História pela metade o povão não compra mais.

9.9.10

“o pão nosso de cada dia nos daí hoje”



Realmente, como andam as coisas nos dias de hoje está sendo possível comer pão somente quem tem muita fé para que eles caiam literalmente do céu, ou quem tem muito dinheiro. O que é o básico para uma família, ou melhor, o que é o básico para a sobrevivência do ser humano está custando um absurdo de caro. Trocamos as armas pelos impostos que impossibilitam uma alimentação básica, e necessária para pessoas que sobrevivem apenas com um salário mínimo, e outras que já não conseguem sobreviver mais.
As condições dignas de uma casa de família são difíceis encontrar. Educar os filhos está ficando difícil, como pode um pobre conseguir se manter em uma faculdade publica? Será que ele tem condições de só estudar, de manter-se no período de sua faculdade? Não tem, pois a falta de recurso é muita. Imagina... Pagar aluguel, fazer compras, comprar livros, transporte etc.
Será que o preço do pão, do arroz, do feijão que uma família paga absurdamente caro, não influencia para que se tenha uma condição melhor, uma qualidade melhor e básica de vida?
Muitos dizem...” eu não tenho culpa se essa família não tem o que comer”...Eu já escutei isso varias vezes , mas o egoísmo é tão grande que estas pessoas nem percebem o quanto de comida desperdiçam, e que poderia ser o almoço ou café de uma família renda baixa.
Isso vai mudar quando pararmos de colocar impostos baseando-se somente na classe alta.
Ou então teremos que esperar Cristo Voltar para fazer todos os dias à multiplicação do pão, do peixe, do arroz do feijão... Mas já posso imaginar o que vai acontecer “irão matá-lo novamente, pois terão muitos comerciantes e empresários falidos.

Douglas Souza

8.9.10

Djavan grava primeiro disco da carreira como intérprete

'Ária' traz versões de 'Palco' e 'Fly me to the moon', entre outras canções.
Cantor diz que gostaria de ver Chico Buarque e Prince no Rock in Rio 2011.







São 34 anos de carreira e mais de 20 discos gravados. Eclético, já transitou por gêneros como o samba, o jazz e a valsa. Gravou com artistas como Chico Buarque, Stevie Wonder e o violonista espanhol Paco de Lucía. Chegou até mesmo a se arriscar como ator no filme "Para viver um grande amor", musical dirigido por Miguel Faria Júnior em 1983. Mas, apesar dos tantos caminhos percorridos, ainda faltava um desafio para o cantor e compositor alagoano Djavan: um trabalho como intérprete.
"Foi uma dificuldade. Mas a dificuldade me move", declarou o músico sobre "Ária", lançamento que reúne versões para 12 canções selecionadas seguindo critérios distintos.
"Há reminiscências da infância e da adolescência, coisas que cantava na época em que era crooner de boate", diz Djavan sobre o repertório, que inclui "Oração ao tempo" (Cateano Veloso), "Treze de dezembro" (Luiz Gonzaga e Zé Dantas), "Disfarça e chora" (Cartola e Dalmo Castelo) e "Fly me to the moon" (Barth Howard), famosa na voz de Frank Sinatra.
Com arranjos debruçados sobre o violão do próprio compositor, o álbum traz ainda o baixista André Vasconcellos, os percussionistas Marco Lobo e Marcos Suzano e o guitarrista Torcuato Mariano.
Em entrevista exclusiva ao G1, Djavan conta detalhes por trás da produção de "Ária", explica como será a turnê que tem início em São Paulo, com shows no Credicard Hall dias 24 e 25 de setembro, e cita Chico Buarque e Prince como alguns dos artistas que gostaria de assistir na próxima edição brasileira do Rock in Rio, marcada para o ano que vem.


— Você sempre gravou canções de outros compositores em deus discos, caso de "Coração leviano", de Paulinho da Viola, e "Correnteza", de Luiz Bonfá e Tom Jobim. Por que só agora você decidiu por um disco inteiramente como intérprete?



Djavan — Só agora foi possível. É difícil para um músico como eu, que tem o hábito de compor desde os 18 anos, suspender tudo unicamente para se dedicar a um disco assim. E também dá uma certa insegurança, pois é diferente. Tenho controle absoluto sobre meus discos autorais, pois faço a letra, a música, canto, toco, arranjo e produzo, mesmo sendo um trabalho gigantesco. Mas não acho que tenha sido assim desta vez. Por isso, o disco de intérprete foi uma dificuldade. Mas a dificuldade me move.






— De que forma os arranjos foram pensados?


Djavan — Defini a sonoridade do disco antes mesmo de começar a gravá-lo e escolhi uma instrumentação improvável: baixo acústico, percussão, violão e guitarra. Nunca imaginei que fosse fazer um disco sem bateria. Trabalhar com uma instrumentação parca dá mais trabalho, porque você tem que ser mais preciso e definitivo nas idéias. Por causa disso, o processo de gravação foi diferente. Em geral, a cronologia é a seguinte: primeiro a gente grava baixo e bateria, que é a base da maior parte das canções. Depois, vem os teclados ou o piano, seguido pelos arranjos de metais ou cordas, se houver. E, por último, a voz. Desta vez gravei violão e voz primeiro, em definitivo, que acabou se transformando na base. Isso veio de um desejo meu de buscar outros caminhos, outras texturas, e de correr riscos.



— Qual foi o critério para a escolha do repertório?


Djavan — Foram vários os critérios. Tem coisas que são reminiscências de infância, da adolescência e da época em que eu trabalhava cantando na noite. A música “Sabes mentir”, de Othon Russo, por exemplo. Aprendi aos 6 anos, quando minha mãe cantava a versão de Ângela Maria. “Brigas nunca mais”, de Tom e Vinícius, veio da época em que eu trabalhava como crooner em boates. “Nada a nos separar”, de Wayne Shanklin, vem da minha adolescência, pois eu amava a voz da Evinha, cantora do Trio Esperança, que a gravou na época. Já “Fly me to the moon” e “Palco” são duas das músicas do disco mais conhecidas, mais batidas, mais clássicas. Incluí exatamente para tentar refrescá-las. Porque é difícil fazer algo novo com uma canção como "Palco”, por exemplo, que já tem uma versão tão definitiva com Gil.
"La noche" já tem uma história diferente. Estava em turnê, viajando de ônibus de uma cidade para outra, quando Max (Vianna, guitarrista e filho de Djavan) me mostrou a canção no computador. Fiquei encantando com a voz da cantora, uma espanhola chamada Montse Cortez. Pensei: “Nossa, quem dera gravar isso um dia”. Mas não imaginei que fosse acontecer de fato (risos).



— Um projeto como "Ária" vai influenciar seus futuros álbuns?


Djavan — Provavelmente sim, pois mantive contato de uma maneira muito íntima com o cancioneiro brasileiro, que é riquíssimo. Espero que isso me traga muita influência. Ao mesmo tempo, acho improvável fazer um outro disco como este (risos).




— De que forma você vai levá-lo para o palco?


Djavan — A turnê terá os mesmos músicos e os mesmos arranjos. Até houve uma certa discussão sobre os lugares mais viáveis para realizarmos estes shows, uma vez que quero manter esta turma e esta sonoridade. Cogitou-se fazer em teatros, mas disse que deveríamos investir mais no equipamento, para que se possa ter uma captação perfeita dos instrumentos acústicos. Assim, poderemos nos apresentar em qualquer lugar. Garanto que será tão bacana quanto no disco, terá a mesma pegada em qualquer ambiente.



— As músicas de sua autoria também serão rearranjadas?


Djavan — Isso é algo que já faço naturalmente. Antes do início de cada turnê, mexo em todas as canções. Agora, mais do que nunca. Tudo o que entrar, virá renovado.



— De que forma você toma conhecimento de novos artistas?


Djavan — Todos os caminhos são válidos para tomar conhecimento de quem está fazendo um trabalho bacana. Acho que a internet é uma boa maneira de ter acesso a esse tipo de informação.


— Enquanto músico e compositor, qual a sua relação com a internet e a música digital?


Djavan — A internet está disponibilizando não só música, mas muitas outras coisas, praticamente de maneira gratuita. Claro que o compositor e outros produtores da cadeia cultural de uma forma geral sofreram com isso. Ainda não temos uma lei que regulamente o direito autoral. Mas como esta é uma luta inglória, você tem que tirar proveito da situação. A internet é sem dúvida um veículo espetacular, mas tem que saber usar de forma que ela te traga uma compensação. A gente já faz isso de certa forma. Usamos a internet para pesquisa antes do início de um trabalho, por exemplo.
Hoje, o CD está muito desvalorizado por causa da internet, que apareceu e engoliu todas as possibilidades de cura da pirataria, por assim dizer. Mas ninguém tem ainda uma fórmula de compensar isso. Você pode até obter bons resultados com downloads legais, mas nada vai chegar perto da representatividade da indústria de anos atrás, com todas as garantias de direito autoral, vendagem de "copyrights" etc. Não existe mais essas coisas.



— Sente-se incomodado com o fato de pessoas baixarem canções suas de graça?


Djavan — Se pudesse evitar que isso acontecesse, eu o faria. Este disco, por exemplo: você gasta uma fortuna para que possa ser feito. Nada é gratuito. Mas esta é uma discussão que não me cabe mais. Acho que deveria haver uma legislação capaz de garantir minimamente nossos direitos. E esta é uma reclamação geral, não só da música.



— O publicitário Roberto Medina confirmou a realização da quarta edição do Rock in Rio no Brasil em 2011. Você gostaria de participar? Qual seria o formato da sua apresentação?


Djavan — Não pensei nisso ainda, mas seria bacana. Se fosse participar, faria este show. Tenho certeza de que funcionaria. Apresentado para um grande público, como provavelmente será o do festival, resultaria num ótimo espetáculo.



— E quem você gostaria de assistir?


Djavan — Gostaria de ver um artista como Chico Buarque, que o público não vê com freqüência. Seria algo bacana. Não sei se ele se interessaria muito, mas, se topasse, seria muito bonito. Entre as atrações internacionais... Sabe que eu estou com saudades do Prince? Faz tempo que não o vejo. É um artista fantástico. Gostaria de revê-lo neste festival.

O colombiano Edward Nino Hernánde foi reconhecido pelo Guinnes como o homem mais baixo do mundo.

O colombiano Edward Nino Hernández, de 24 anos, que mede 70 centímetros, foi reconhecido pelo Guinnes, livro dos recordes, como o homem mais baixo do mundo. Hernández vai aparecer na edição 2011 do livro. O chinês He Pingping, que era considerado o homem mais baixo do mundo, morreu em março deste ano aos 21 anos de idade.












Orangotango obeso que comia marshmallow faz dieta na Inglaterra

Oshine, de 13 anos e pesando 100 kg, trazida da África do Sul, ficará em creche de santuário de macacos.







7.9.10

Tiririca segue em sua campanha para Deputado Federal. Você duvida que isso pode ganhar? È claro que não, temos provas de que isso é possivel

O escritor Nelson Coelho foi uma espécie de ícone da minha adolescência, teve uma importância enorme para meus amigos, como o Artista plástico e musico Naldo Marquez e o musico Alex PP. Achávamos que tivesse tido importância para o Biólogo e escritor Arildo Guimarães, mas em entrevista a esse Curinga( link ) disse que foi apenas uma leitura divertida, já o cineasta Luiz Maciel disse se lembrar de nossas conversas sobre ele sem muita solenidade. O importante é que depois de mais de dez anos fuçando consegui encontrar o cara. Propus uma entrevista, ele aceitou. Baixei seus livros gratuitos em seu site oficial ( link ) e distribui a mais outros amigos para ajudarem na entrevista ao cara que eu e o Naldo muitas vezes chamamos de mestre.Ele se mostrou solicito e simples, nos impressionou com sua simplicidade. Combinamos que enviaríamos umas perguntas e conforme ele respondesse elaboraríamos mais outrase assim levaríamos a cabo a tão esperada entrevista. Logo na primeira leva de perguntas voltaram apenas algumas respondidas, enviamos novamente e não tivemos reposta. Elaboramos novas perguntas e mais uma vez só algumas forma respondidas enviamos um serie de perguntas feitas pelo Naldo Marquez e nenhuma foi respondida. Bem, vamos lá




“Nelson, você foi correspondente do Jornal do Brasil, escreveu para vários jornais e inclusive foi editor da Grande Revista Senhor. Não acha que faz falta uma revista como ela no mercado? Você ainda atua como jornalista?” eu perguntei e Nelson Respondeu- deixou claro que eu o chamasse de Nelson e não de senhor, como eu havia feito de inicio, o que me encheu de admiração: “- Sempre se pode fazer uma nova revista Senhor, por que não ...Não mais atuo como jornalista. No jornalismo pode-se aprender muito na arte de lidar com as contradições.” Voltaram apenas após essa resposta seguiu-se mais perguntas. Naldo Marquez perguntouNo Livro “Nas pernas do Longo Rio”, foi um exercício literário, apenas uma brincadeira ou realmente a busca por uma inovação consciente?” Resposta econômica de Nelson: - Talvez uma proposta de inovação não intencional. Esmael carolho mandou sua pergunta: Você ainda é Zen Budista” econômico mais uma vez: “Evidente que sim. E recomendo.” Fiz uma pergunta e finalmente Nelson deu sua primeira resposta um pouco mais longa:Há quem considere seus livros surrealistas, eu descordo, mas percebo realmente um pouco da influencia desse movimento em você, mas como você classificaria sua obra?” Resposta:- De acordo. Talvez um pouco de surrealismo, um pouco de Kafka. Mas acho que para evitar o excesso de realismo. A arte literária, a meu ver, deve dar menos ênfase ao tema, ao assunto, que a seu tratamento. Arte literária e' expressão. E' invenção (Pound ). Coisa que o realismo atual parece detestar.” Para fechar a primeira leva de perguntas a Nelson Coelho, coube a Raquel Nascimento perguntar: “Em seus livros há uma forte ênfase na sexualidade, em especial a feminina. A mulher é a sua esfinge?” e Nelson responder: “- Adoro mulher. Seu fascínio maior talvez esteja no fato de ser tão indecifrável quanto a esfinge.” Depois disso enviamos mais uma sdewz ou doze perguntas e Nelson Coelho repsondeu duas, uma minha e outra da Raquel: Aproveitando o Gancho da pergunta do Esmael, eu também queria perguntar algo relacionado a budismo, zen e outras coisas ligadas a religiosidade. Eu sou católico de formação ( Já fui inclusive seminarista e missionário leigo ), mas dês de quando li o “Nas Pernas do Longo Rio” em 1999 pratico o zen indisciplinadamente e agora tenho tentado ir mais fundo, mas ainda creio e me pauto na vida como cristão, a minha pergunta é: Você vê possibilidade de avançar no zen crendo em um Deus pessoal, que é o meu caso, ou uma vida zen só ocorre em plenitude realmente sendo budista?” Resposta:

Tanto o Taoísmo como o Budismo são religiões. Mas o Zen se desenvolveu a

partir de ambos como uma filosofia pratica de vida. O Yin, Yang e Tao - digamos tese,antítese e síntese 'e a fonte básica do Zen. O praticante do Zen não se apega ao dualismo. Nem somente yin, nem somente yang. Também não pratica o apego ao Monismo onde tanto Yin com Yang se dissolvem no Tao. O Zen e' uma pratica, em todos os ágoras, da dinâmica dos opostos. E' a vivencia duma energia vital, sabia, que já' esta' em nos antes do apego a monismos ou dualismos. Atenção descontraída. Descontração afirmativa. Em todos os agoras.” (Veja o novo livro de Nelson Coelho sobre o assunto ) .

“Que importância você dá a semana de 22, e te influenciou de alguma forma? Acompanha algum escritor jovem de hoje? Vê alguma coisa que te chame a atenção

Conviveu com Clarice Lispector...como ela era como mulher, já que como escritora sabemos? “ perguntou Raquel Nadcimento: Minhas influencias literárias não são diferentes das dos escritores

modernos ate década de 70,quando a arte literária cedeu lugar aos best-sellers não literários. Flaubert, Dostoievsky, Tchekhov, Rilke, Joyce, Proust, Kafka, etc. Você e' uma

jovem escritora, espero. Quanto 'a Clarice, um pouco mais que amigos. Uma bela mulher

em todos os sentidos. E daí para frente Nelson não respondeu mais...

Fico com uma boa lembrança desse breve contato com esse escritor ainda tão importante para mim, eu envie a ele alguns poemas meus e ele me deu essa resposta: " Gostei do que li, versos rápidos, emoções rápidas, imagens rápidas. Muito bom!"


Mais sobre Nelson Coelhos:


Escritores que opinaram sobre a ficção de Nelson Coelho: Clarice Lispector, Sérgio Milliet, Autran Dourado, Cassiano Ricardo, Salim Miguel, Hélio Pólvora, Reynaldo Jardim, Jorge Mautner, Luis Carlos Lisboa, Lygia Fagundes Telles, Fábio Lucas, Wilson Martins, Adolfo Casais Monteiro, Dalton Trevisan, Aníbal Machado, Paulo Bonfim, Patrícia Galvão, Décio de Almeida Prado, Ignácio Loyola Brandão, Antônio Houaiss.


Nelson coelho tem 14 livros publicados. Cursou por dois anos Literatura Comparada na New York University

site pessoal do autor, onde se pode abixar gratuitamente seus livros: http://www.nelsoncoelholiteratura.com.br/

7 de Setembro dia de churrasco e praia! Não? Ah, dia da Independência.

( Ilustração do Pasquim, retrata Dom Pedro dizendo frase de grande sucesso de Jorge ben " Eu quero Mocotó", o que levou a prisão de do cartunista Jaguar-na época editor do periódico)




Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro bradou perante a sua comitiva:Independência ou Morte!. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores.
A moderna historiografia em História do Brasil remete o início do processo de independência àTransferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.
Em 7 de Setembro, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro na Capital. À semelhança do processo de independência de outros países latino-americanos, o de independência do Brasil preservou o status quo das elites agroexportadoras, que conservaram e ampliaram os seus privilégios políticos, econômicos e sociais.
Ao contrário do ideário do Iluminismo, e do que desejava, por exemplo, José Bonifácio de Andrada e Silva, a escravidão foi mantida, assim como os latifúndios, a produção de gêneros primários voltada para a exportação e o modelo de governo monárquico.
Para ser reconhecido oficialmente, o Brasil negociou com a Grã-Bretanha e aceitou pagar indenizações de 2 milhões de libras esterlinas a Portugal. A Grã-Bretanha saiu lucrando, tendo início o endividamento externo do Brasil. Quando D. João VI retornou a Lisboa, por ordem das Cortes, levou todo o dinheiro que podia — calcula-se que 50 milhões de cruzados, apesar de ter deixado no Brasil a sua prataria e a enorme biblioteca, com obras raras que compõem hoje o acervo da Biblioteca Nacional. Em conseqüência da leva deste dinheiro para Portugal, o Banco do Brasil, fundado por D. João ainda 1808, veio a falir em 1829. ( Fonte de pesquisa Wikipedia)

6.9.10

Agreden al marido de la bloguera Yoani Sánchez en La Habana




Horrível estas cenas, e de uma tristeza intelectual absurda. Ver este vídeo e realmente comovente e trágico, vejam como os cidadãos de Cuba idolatram Fidel. Cegamente, pois não permitem opiniões contrarias, é reflexo de uma educação opressora típica do comunismo que prega igualdade no mundo do faz de conta de escritores fajutos. Não permitiram sequer um debate para discutir a liberdade de expressão acho que eles não entenderam , ou não querem entender,aqueles gritos dados por eles de apoio a Fidel e ao irmão prodígio do ditador só podem ser dados se forem a favor do governo. Eles que gritem por qualquer outro motivo para ver se o cassete do Fidel não comera solto no lombo destes ignorantes de nível médio, é... Reza a lenda que não existe analfabeto em Cuba, mas no mundo da ignorância também existem os burros estúpidos de nível superior. Não permitir sequer uma discussão ar respeito de idéias e ideais é absurdo.



Arnaldo Marquez.

3.9.10

Uma apelo aos amigos blogueiros!

Amigos e amigas que administram Blogs. Sei que, devido aos nossos compromissos no trabalho, e em outras ocupações, as atualizações dos Blogs as vezes demoram um pouquinho. Mas, sei também que as vezes, sempre tem um ou uma que pensa: ah, vou deixar pra amanhã. Pois peço a vocês: DIVULGUEM, NEM QUE SEJA UMA FRASE, UMA OPINIÃO POR DIA PELO MENOS !!! Muitas pessoas que nos visitam diariamente, tiram sempre alguma lição, alguma reflexão, comentam sempre com alguém, o que as vezes vocês podem pensar que não seja tão importante.
Nesse universo dos Blogs, representamos correntes de pensamento diferentes, alicerçadas nas orientações religiosas, políticas, ideológicas, econômicas e sociais. Estamos dando exemplo de como deve ser feito por todos, que é promover o debate de idéias, para que possamos sempre encontrar soluções para os probleas que tantos nos afligem e nos atrapalham.
Não esqueçam nunca! Todos nós, sem exclusão, somos muito importantes nesse processo, e gostaría de fazer com vocês, uma grande corrente, para que mais e mais pessoas acessem nossos Blogs, e criem o costume de ler, diariamente nossas publicações, incentivando-os a comentar, criticar, elogiar, dar sugestões.Sería muito interessante para toda a nossa sociedade de uma forma geral.
É claro que, alguns segmentos não querem que essa idéia vá adiante! Mas, devemos lutar, para que possamos viver em uma cidade que não seja dividida, para que possamos ter o mínimo para sermos felizes em comunidade. Isso não é caro, custa muito pouco, e na minha mais sincera opinião, é um investimento. Saudações e parabéns a todos vocês.
Willy Caolho ( seu blog se encotra fora do ar por temer represarias políticas)

1.9.10

Não é somente a anta do Tiririca que pode ser eleito, vejam a turma de palhaços que querem mamar. Aqui o palhaço somos nós!













Vamos ver alguns candidatos para a próxima eleição:

No Esporte:
Acelino Popó Freitas (PRB-BA)- O boxeador concorre a deputado estadual
Maguila (PTN-SP)- Ex-boxeador,quer ser deputado federal
Marcelinho Carioca (PSB-SP)- Ex-jogador, concorre a deputado federal
Romário (PSB-RJ)- Ex-jogador, busca uma vaga na Câmara Federal
Vampeta (PTB-SP) - Ex-jogador, concorre a deputado federal
Fabiano (PMDB-RS) - Ex-atacante do Inter, é candidato a deputado estadual
Danrlei (PTB-RS) - Ex-goleiro do Grêmio, concorre a deputado federal

Na Música:
Gaúcho da Fronteira (PTB-RS) - Músico concorre a deputado estadual
Kiko (DEM-SP) - Membro do grupo KLB, concorre a deputado federal
Leandro (DEM-SP) - Integrante do KLB, concorre a deputado estadual
Faltou o Bruno... aí poderiam até lançar um novo partido chamado KLB. O que mais tem nesse país é gente safada e partido político!!!

Netinho (PCdoB-SP) - Cantor do grupo Negritude, concorre a senador (Aquele que bateu na mulher, lembram?)
Reginaldo Rossi (PDT-PE) - Cantor, concorre a deputado estadual
Renner (PP-GO) - Integrante da dupla Rick&Renner, concorre ao Senado
Sérgio Reis (PR-MG) - Cantor e ator, concorre a deputado federal
Tati Quebra-Barraco (PTC-RJ) - Funkeira, concorre a deputada federal

Na Televisão:
Ronaldo Esper (PTC-SP) - O estilista quer ser deputado federal
Pedro Manso (PRB-RJ) - Humorista, disputa na vaga na Assembleia Legislativa
Dedé Santana (PSC-PR) - Humorista, quer ser deputado estadual
Tiririca (PR-SP) - Humorista, disputa uma vaga na Câmara Federal
Batoré (PP-SP) - Humorista, quer uma vaga na Câmara Federal

No Pomar:
Mulher Melão (PHS-RJ) - Cristina Célia Antunes Batista concorre a deputada federal
Mulher Pera (PTN-SP) - Suellen Aline Mendes Silva quer ser deputada federal

Prestem atenção no Grau de Instrução da grande maioria, principalmente da mulher Pêra



Vejam mais sobre políticos palhaços: http://curingadebuzios.blogspot.com/2010/08/como-se-ja-nao-houve-idiotas-demais.html